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Para Refletir

Toda semana um novo texto.
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Um conto acautelador

27 mar 2009
Maria Teresa Guimarães

…Até agora, Patty nunca se dera conta de que o tempo é tão adesivo quanto o amor, e que quanto mais tempo você passa com alguém, mais é provável que se encontre com uma espécie de coisa permanente com que lidar, a que as pessoas se referem despreocupadamente como “amizade”, como se isso esgotasse o assunto, quando a verdade é que mesmo que “seu amigo” faça alguma coisa irritante, ou que você e “seu amigo” concluam que vocês se detestam, ou que “seu amigo” vá embora e vocês percam o endereço um do outro, você ainda tem uma amizade, e embora ela possa mudar de forma, parecer diferente sob diferentes luzes, tornar-se um embaraço, um estorvo ou um sofrimento, ela não pode simplesmente deixar de ter existido, não importa quão profundamente se enterre no passado, de modo que tentativas de negá-la ou destruí-la não só constituirão traições da amizade, mas de maneira mais prática estão fadadas a ser infrutíferas, causando dano apenas para os seres humanos envolvidos e não para aquela selva viscosa (amizade) em que esses seres humanos se enredaram, de modo que se em algum momento no futuro você for querer não ter sido amigo de uma pessoa particular, ou se for querer não ter tido a amizade particular que você e essa pessoa podem ter um com o outro, então não se torne amigo dessa pessoa de maneira alguma, não converse com ela, não chegue perto dela, porque assim que você começar a ver alguma coisa do ponto de vista dessa pessoa (o que acontecerá inevitavelmente assim que você se colocar perto dela) as bases para uma compreensão mútua certamente vão escorregar sob os seus pés…

(Deborah Eisenberg: A cautionary tale)

 

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A Virgem da Lua e a Virgem do Sol

20 mar 2009
Maria Teresa Guimarães

Isto aconteceu há muito, muito tempo, tanto tempo que talvez ninguém se lembre. Na época, a lua e o céu não brilhavam tão alto no céu; viviam mais embaixo, pertinho da terra. E hoje ninguém mais sabe que a lua e o sol eram duas moças encantadoras, tanto que dificilmente se poderia dizer qual era a mais bela. Naquele tempo, bastava erguer os olhos para contemplar à vontade as virgens celestes. Quanto às crianças, não havia um só dia em que não encontrassem uma escada, para ir ficar junto das duas jovens no céu.

Ah, o céu! O que posso dizer-lhes dele? Tudo lá era tão lindo que nenhum mortal jamais vira semelhante maravilha. O céu era juncado de nuvens macias de seda branca, nuvens azuladas serviam de cortinas e quando a tarde caía, a Virgem da Lua acendia as estrelas, a fim de que, lá embaixo, na terra, os homens pudessem ver bem. Quando às vezes o sol e a lua desciam à terra, a própria rainha das flores, a bela peônia, fechava suas flores, envergonhada diante do esplendor das virgens celestes. E não era de estranhar! A lua e o sol não usavam roupas tecidas com nuvens brancas, diademas de auroras e longas echarpes de arco-íris cintilantes?

Mas nenhuma das moças se envaidecia com isso; pelo contrário. Eram encantadoras e prestativas. De vez em quando, erguiam as cortinas azuis do céu para dar uma olhada lá fora e conversar um pouco com os humanos. Mas as crianças eram as preferidas. Aliás, a criançada quase nunca as deixava em paz. Assim que podiam, as crianças subiam, para se balançar nos ares em alguma nuvem fofinha. E a lua colhia para elas grandes ramalhetes de estrelas, para que pudessem iluminar o caminho de volta.

Mas neste mundo nada é eterno. Um dia, apareceu na terra um homem malvado, com uma alma mais negra do que a noite mais negra. Uma bela manhã ele subiu até o céu, rasgou as cortinas e pisoteou os tapetes brancos. Sabem o que aquele descarado se atreveu ainda a fazer? Roubou da lua a sua mais bela echarpe de arco-íris.

A cólera das duas jovens foi terrível. Na mesma noite elas foram se instalar bem no alto do céu.

No dia seguinte, ao acordar, as crianças levantaram os olhos para o céu. Mas… para onde haviam ido as nossas amigas celestes? Começaram então a gritar bem alto, chorando e chamando sem parar. A lua sentiu pena de suas queridas crianças e desceu para brincar com elas. Mas o homem malvado surgiu de repente e agarrou a lua. Não houve meio de fazer com que a soltasse. Aquilo era o cúmulo do atrevimento! Assim que o sol viu a cena, tirou as agulhas da cabeça e começou a furar e espetar os olhos do bandido, que finalmente soltou a sua presa.

Mas, desde aquele dia, a virgem do sol nunca mais guardou suas agulhas, e ai daquele que se atreve a olhá-la diretamente nos olhos: ela espeta e fura sem piedade. Quanto à lua, ela não consegue esquecer as suas queridas crianças. Por isso, quando a noite cai, ela anda suavemente no céu, olha pelas janelas das casas e acaricia, com seus raios um pouco frios, os cabelos das crianças adormecidas.

(Contos Chineses, Paulus, 1996)

 

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Dança das Cadeiras – Dança da Vida – O Feminino Nosso de Cada Dia Tema: “Eu Me Amo: Semeando a Minha Vida!”

13 mar 2009
Maria Teresa Guimarães

Março, Outono, Mulher.

Final de Verão – colhemos os frutos.

Início do Outono – semearemos a terra.

Estamos agora preparando a terra com sementes que florescerão e frutificarão após o reciclar do que brotou.

Semear para renovar. Semear para transformar. Semear para saborear.

Semear o feminino. Semear a vida. Semear o amor que brota aqui dentro. Semear o amor que brota aqui, no interior do coração, no interior da alma, no interior deste ventre fértil, vibrante, pulsante.

Semear para nos “criar”. Semear para nos “fortalecer”. Semear para nos “amar”.

Março, outono, mulher.

Mova a sua terra. Plante a semente da sua vida. Cuide deste momento, observando. Apenas, observando. Fertilize a terra com serenidade. Fertilize a terra com consciência e admiração. Contemple. Esta é a sua criação. Isto é o “meu amor”.

“Eu Me Amo!”

Vamos nos encontrar para mais uma manhã de trocas, onde podemos compartilhar alegria, aprendizado, amor e verdades da nossa essência.

Até lá!

Maria Teresa G. P. Peixoto

 

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A alternativa

06 mar 2009
Maria Teresa Guimarães

“Sou uma pessoa hospitaleira”, disse Nasrudin na casa de chá a um grupo de amigos.
“Pois muito bem – leva-nos todos para jantar em sua casa”, disse o mais voraz.
Nasrudin juntou a turma toda e foi caminhando com eles até sua casa.
Quando já estava quase lá, disse:
“Vou na frente para avisar minha mulher: vocês esperem aqui.” Sua mulher, ao ouvir as novas, deu-lhe umas bordoadas.
“Não tem comida em casa – mande-os embora.”
“Não posso fazê-lo, minha reputação está em jogo.”
“Muito bem, sobe, e eu lhes direi que você não está.”
Depois de aproximadamente uma hora, os convidados, impacientes, apinharam-se diante da porta, gritando: “Nasrudin, deixa-nos entrar.”
A mulher do Mullá veio ter com eles.
“Nasrudin não está.”
“Mas nós o vimos entrar em casa, e estivemos todo o tempo vigiando
a porta.”
Ela permaneceu em silêncio.
O Mullá, observando de uma janela do andar de cima, foi incapaz de conter-se. Debruçando-se para o lado de fora, gritou:
“Eu poderia ter saído pela porta dos fundos, não poderia?”

(Histórias de Nasrudin – Trad. Cukiermam & Cromberg, Dervish Ed., 1994)

 

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Eu desejo. Eu quero

02 mar 2009
Maria Teresa Guimarães

EU DESEJO.
EU DESEJO significa: não seria bom se…
Se você sempre tomar a decisão que a maioria das pessoas toam, você vai ser igual a todo mundo.
Sempre desejando que a vida fosse diferente.

EU QUERO.
EU QUERO significa se quiser mesmo uma coisa eu a terei.
Ter o que você quer significa tomar as decisões que precisa para obter o que quer.
Não as decisões que aqueles
ao seu redor acham que deveria tomar.
Tomar a decisão certa é chato, previsível e não leva a nada novo.
A decisão arriscada faz você pensar e reagir de um jeito que nunca havia pensado antes.
E este pensamento levará a outros pensamentos que o ajudarão a conseguir o que quer.
Comece a tomar más decisões e isto o levará a um lugar onde outros apenas sonhariam em estar.

(Paul Arden, Tudo o que Você pensa, Pense ao Contrário)

 

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É Isso aí, Minha Gente: Mais um Carnaval à frente!

20 fev 2009
Maria Teresa Guimarães

É isso aí. Com crise ou sem crise; com dinheiro ou sem dinheiro,
está aí mais um carnaval pra gente! Mais um carnaval pra mim, pra
você e pra todos que, querendo ou não, têm o carnaval no coração.
É tradição, é movimentação, é folia. Folia da viagem, folia do
descanso, folia do retiro, folia dos amigos, folia da alegria.
Pulando, cantando, sambando;
Dormindo, pensando, sonhando;
O carnaval é seu, o carnaval é do jeito que você quiser.
O carnaval é seu, é do jeito que você sentir.
O carnaval é seu, é do jeito que você é.
Pulando, cantando, sambando;
Dormindo, pensando, sonhando;
Somos foliões da nossa criação. Somos foliões das nossas
emoções. Somos foliões dos nossos desejos, das nossas escolhas,
da nossa vida.
Pulando, cantando, sambando;
Dormindo, pensando, sonhando;
Somos foliões do mundo e da vida que queremos ter. Somos foliões
com alegria de viver, mesmo que tristes acreditemos ser!

Maria Teresa G. P. Peixoto

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Guerra

13 fev 2009
Maria Teresa Guimarães

Ela não poupa ninguém.
Ser vivo nenhum
escapa de um tiro no peito.
Tiro de ódio ou tristeza
está por conta de quem envia.

Guerra

Nela não existem vencedores.
Todos são perdedores.
Por quê ?
Porque em um guerra perdemos vidas,
não importando de qual lado.

Guerra

Uma nuvem negra
te rodeia.
Quando iniciada,
essa nuvem aumenta e rodeia
todos os que se envolvem.

Guerra

Temível e terrível
O verdadeiro demônio

Guerra

Não queremos ela.

Guerra

Odiamos ela.

(Pedro Henrique Guimarães Pinto Peixoto – 11 anos – Trabalho escolar – 2002)

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Crescimento

06 fev 2009
Maria Teresa Guimarães

O crescimento não é suave, é doloroso. Todo crescimento vai em direção ao desconhecido, em direção àquilo que
é suave, frágil, indefinido.
O crescimento é um subproduto da busca pela verdade.

O crescimento mais profundo é dizer sim com tanta alegria como uma criança diz não. Essa é uma segunda infância. E o ho mem capaz de dizer sim com enorme liberdade e alegria, sem hesitação, incondicionalmente – uma alegria pura e simples, um sim puro e simples -, esse homem se tornou um sábio. Esse homem vive novamente em harmonia. E sua harmonia tem uma dimensão completamente diferente daquela das árvores, animais e pássaros.
Estes vivem em harmonia porque não podem dizer não, enquanto o sábio vive em harmonia porque ele não diz não. Entre os dois extremos, os pássaros
e os budas, estão todos os seres humanos não-adultos, imaturos, infantis, presos em algum lugar, ainda ten tando dizer não para ter alguma sensação de liberdade.

Entâo aprenda a dizer não quando for tempo de dizer não, mas nâo fique preso nisso. Lentamente, aos poucos, perceba que há uma liberdade superior que vem com o sim, e também uma maior harmonia.

(Osho: Osho de A a Z-Um dicionário espiritual do aqui e agora)

 

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Caminhos e Mudanças: da dor do crescer ao prazer de “ser”

30 jan 2009
Maria Teresa Guimarães

Enfim, dezoito anos!
Agora, menino-adulto.
Decisões importantes.
Escolhas… quais?
Caminhos que se abrem.
Futuro… pra onde?

O dia amanhece.
Luz, brilho, consciência.
A tarde reflete.
Calor, vigor, sabor.
A noite: aquiete-se!
Acolhedor, sossego da dor.

Dor da mudança.
Dor do crescimento.
Dor do “quem sou?”
Alerta! Que aqui estou.
Alerta! Que daqui já vou.
E já vou para “como sou”.

Enfim, dezoito anos!
Agora, menino-adulto.
Mais adulto que menino.
Agora, adulto-ser.
Ser que deseja.
Ser que almeja saber, prazer, viver!

Enfim, dezoito anos!
Agora, adulto-ser.
Ser do mundo.
Ser da sede de conhecer.
Ser da vida que escolher.
Ser do ser que quer ser!

Maria Teresa G. P. Peixoto

 

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Sobre a tristeza

23 jan 2009
Maria Teresa Guimarães

A vida é feita de perdas. Fiquei comovido, dias atrás, vendo fotos dos meus filhos quando eles eram meninos. Aquele tempo passou. Aquela alegria mergulhou no rio do tempo. Não volta mais. Há, assim, um trágico que não está ligado a “eventos trágicos”. Está ligado à realidade da própria vida.
Tudo o que amamos, tudo o que é belo, passa.

Mas é precisamente desse sentimento que surge uma coisa maravilhosa, motivo de riqueza espiritual: a arte.
Os artistas são feiticeiros que tentam paralisar o crepúsculo. Eternizar o efêmero. Todas as vezes que ouço aquela música ou leio aquele poema, o passado ressuscita. A beleza da arte nasce da tristeza. Se não houvesse tristeza, não haveria arte…

Mas há um limite. É preciso que a tristeza seja temperada com alegria. Tristeza, só, é muito perigoso. As pessoas começam a desejar morrer. Essa é a razão por que os deprimidos querem dormir o tempo todo. O dormir é uma morte reversível…

Uma ajuda para a tristeza é conversar. Para isso é preciso ter alguém que escute, que entenda a tristeza. Muitas pessoas procuram terapia para isso: não porque sejam doentes mentais, mas porque precisam compartilhar sua tristeza com alguém que conheça a luz crepuscular.

(Rubem Alves: Se eu pudesse viver minha vida novamente, Verus Editora)

 

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Se eu pudesse viver minha vida novamente

16 jan 2009
Maria Teresa Guimarães

Se eu pudesse viver minha vida novamente, eu quereria vivê-la do jeito mesmo como a vivi, com seus desenganos, fracassos e equívocos. Doidice? Imaginem que eu estivesse infeliz. Eu teria então todas as razões para voltar atrás e tentar consertar os lugares onde errei. Mas eu não estou infeliz. Vivo um crepúsculo bonito, com a suíte no. 1 de Bach, para violoncelo. Se houve sofrimentos no caminho, imagino que, se não os tivesse tido, talvez a suíte no. 1 de Bach não estivesse sendo ouvida. Estou onde estou pelos caminhos e descaminhos que percorri.

(Rubem Alves: Se eu pudesse viver minha vida novamente, Verus Editora)

 

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Uma homenagem a você, meu filho, aos seus amigos e estudantes, potenciais candidatos à universidade

09 jan 2009
Maria Teresa Guimarães

A primeira coisa que quero dizer é que vocês estão de parabéns!

Aprovados ou não no vestibular, vocês merecem o nosso aplauso e o nosso reconhecimento. Passar para uma universidade de excelência é tarefa árdua e, por que não dizer, desumana?

Sabemos o quanto é difícil dar conta de tamanha quantidade de informações e ainda assim manter a qualidade do seu aprendizado, no momento em que o que está em jogo é a disputa por uma vaga naquelas que são consideradas as melhores faculdades e universidades.

Sabemos o quanto é difícil mergulhar nos livros, focar nas aulas; quando estão aí, vivas e presentes, pressões externas e internas, que tiram a tranqüilidade e te tiram do seu centro.

Considerando que cada um de vocês é, em essência um ser individual e único, e portanto, com competências que ora podem facilitar que ora podem também dificultar o aprendizado, todos vocês, sem exceção, estão passando por esta etapa da vida vitoriosos e merecedores do reconhecimento do papel que ocupam no mundo, na escola, na família e na sociedade.

Que esta consciência permaneça ao longo da sua vida pessoal e profissional. Isto permitirá a sua evolução como ser humano vivo e íntegro, na suas forma de pensar, agir e sentir.

A vocês, parabéns e muito obrigado por tudo que aprendemos nesta caminhada no ano de 2008. Nós, mães e pais, vibramos, torcemos, suamos e sofremos junto com vocês, nossos filhos.

Aprendemos a ouvi-los e a enxergá-los para além da aparência e do óbvio. Exercitamos flexibilizar negociar e priorizar tarefas, tempo, lazer, tentando colocar cada uma destas coisas no seu devido lugar e no seu momento adequado.

Cobramos demais? Cobramos de menos? Cobramos na medida certa? Não sabemos. Mas uma coisa nós podemos dizer: Estamos orgulhosos de vocês.

Meu filho querido, eu te amo.

Maria Teresa G. P. Peixoto

 

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Feliz Natal e “Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade”!

19 dez 2008
Maria Teresa Guimarães

Homens e mulheres de boa vontade!
Vontade de ser
Vontade de fazer
Vontade de colher.

Homens e mulheres de boa vontade!
Vontade de crescer
Vontade de saber
Vontade de aprender

Homens e mulheres de boa vontade!
Vontade de amar
Vontade de doar
Vontade de trocar

Feliz Natal e “Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade”!
Natal de paz e felicidade na terra aos homens de boa vontade!

Feliz Natal e paz na terra a todos os homens, a todas as mulheres e a todas as crianças, que aqui vivem, sofrem, cuidam, amam, acolhem, recebem e participam.

Um Feliz Natal pra você e que sua participação na vida contribua para um mundo mais pacífico, generoso e iluminado.

Felicidade, Luz
e
Paz na Terra!

É o que desejamos de coração,

Teresa e Mauricio.

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Agradecendo

12 dez 2008
Maria Teresa Guimarães

-Dança das Cadeiras – Dança da Vida-
O Feminino Nosso de Cada Dia!
4º. Encontro – Você: Seu Amigo Oculto de Toda Hora!

Vinte e Nove de Novembro de 2008! Pois é, mais um ano que se completa e mais um encontro que realizamos. E este foi o nosso último encontro do ano.

Nós, mulheres, reunidas e unidas, para mais uma manhã de reflexões e trocas. “Mais uma manhã”, é maneira de dizer. Na verdade, a manhã se estendeu, naturalmente gostosa e farta, até o meio da tarde.

Neste dia nos confraternizamos e nos reconciliamos com os nossos amigos internos. Amigos que estavam ocultos, se apresentaram, cada um a seu jeito, nos trazendo alegrias, descobertas, surpresas, espanto, paz e muito carinho.

Brincamos, sorrimos, choramos e cantamos. Nos deliciamos com alimentos doces, salgados e picantes. Nos deliciamos com alimentos emocionalmente substanciosos e comidinhas oferecidas, criadas e recebidas com muito afeto.

Agradeço a todas vocês, mulheres com alma, coração, corpo e mente, que, irradiando simplicidade, vibração e grande qualidade do pensar, tornaram possível um encontro gracioso, luminoso, com grande poder de discernimento, esclarecimento e compreensão.

Aos nossos amigos que estavam ocultos e que se revelaram, e aos nossos corações presentes,

muito obrigada,

Teresa

 

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Amanhã

05 dez 2008
Maria Teresa Guimarães

Não há muito tempo, você não tem muito tempo. Não deixe nada para depois: o momento é agora. Não diga “amanhã” – o amanhã é uma miragem. Esteja alerta agora, esteja desperto agora, neste momento, e haverá serenidade e calma. E subitamente você estará relaxado, a fonte será contatada, e você terá retomado ao “lar”.

Esse é o lar pelo qual você tem procurado durante muitas vidas. Mas sua própria metodologia de pesquisa estava errada. Você fez disso um objetivo, mas não é um objetivo, é a fonte.

(Osho: Osho de A a Z – Um dicionário espiritual do aqui e agora)

 

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