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Para Refletir

Toda semana um novo texto.
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Quem sou eu quando ninguém me olha

22 maio 2026
Oficina

Há uma parte de mim que só existe quando ninguém está a ver, quando não há testemunhas, quando não há expectativas, quando não há uma necessidade de ser interessante, útil, forte ou desejável. É aí que descubro que muito do que eu chamava de identidade era, afinal, uma resposta ao olhar do outro, à espera do outro, à validação do outro. Quando ninguém me olha, não há espelhos, e sem espelhos, sobra o que é. Ou o que resta. E isso desinstala. Durante anos, organizei-me para fora, afinei-me para ser lido, escolhido, confirmado. Aprendi a existir em função do olhar, não da presença. E chamava a isso de ser. Hoje, percebo que era, muitas vezes, apenas para parecer bem. Quando ninguém me olha, não há palco, não há personagens, não há histórias. Há apenas silêncio. E o silêncio não valida, não devolve, não sustenta nenhuma imagem, mas, pelo contrário, obriga a ficar. Quem sou eu quando ninguém me olha? Não sou o que faço, nem o que resolvo, nem o que aguento. Sou aquilo que fica quando tudo isso cai. E, às vezes, o que fica é estranho, porque nunca me deixei existir sem utilidade. Há um desconforto subtil em não ser necessário, uma vertigem pequena em não ser chamado. É aí que percebo o quanto usei o olhar dos outros como chão. Hoje, ficar sem ninguém a olhar-me é uma aprendizagem. Ficar sem reflexo é uma reparação. Não é uma perda, mas uma reeducação. Estou a aprender a existir sem ser visto, a valorizar-me sem ser desejado, a permanecer sem ser escolhido, a ser sem estar a tentar ser. Quem sou eu quando ninguém me olha? Ainda não sei. E, pela primeira vez, isso já não me assusta.

José Micard Teixeira, via Almas Leves.

 

 

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Mãe!

08 maio 2026
Oficina

Mãe é aquela que se preocupa com a gente a vida toda… mesmo quando viramos “gente grande”

A dor de uma mãe de filhos adultos
é uma dor especial.
Ela não grita. Não chora em público.
É uma dor silenciosa, profunda e contida.
que se esconde nas orações diárias,
em pensamentos noturnos,
em um suspiro silencioso enquanto toma uma xícara de chá na cozinha.

É uma dor que aparece quando
seus filhos cresceram,
tomaram o seu próprio caminho,
fazem suas próprias escolhas, cometem seus próprios erros.

Uma mãe gostaria de correr atrás deles,
segurar-lhes de mãos dadas novamente como quando eram pequenos,
protegê-los do mundo, da dor, das escolhas erradas.
Eu gostaria de gritar:
“Para! Eu já passei por isso!”
Mas… Não pode.
Porque ele já não é um menino que você pode esconder debaixo da sua asa.
Ele é um adulto, com o seu próprio caminho, o seu próprio destino,
seu próprio coração aprendendo através de suas próprias feridas.

E essa é a parte mais difícil:
permitir que seu filho viva a vida dele.
Permitir que ele caia e se levante, erre e aprenda.
Não interferir quando você quer gritar.
Não aconselhar quando você deseja guiar.
Apenas esperar. Esteja presente.
Reze em silêncio.
Enviar amor através dos pensamentos
e esperar que chegue até eles.
Acreditar que tudo vai ficar bem.

Porque uma mãe,
embora seus filhos cresçam,
sempre conserva o mais importante:
amar e rezar por eles todos os dias.

Via @casa.rosa

 

 

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Dia 29 de abril – Dia Mundial da Dança

01 maio 2026
Oficina

Esta menina tão pequenina
Quer ser bailarina.
Não conhece nem dó nem ré
Mas sabe ficar de ponta do pé.

Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá.

Não conhece nem lá nem si,
Mas fecha os olhos e sorri.

Roda, roda, roda com os bracinhos no ar
e não fica tonta e nem sai do lugar.

Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu .

Esta menina
Tão pequenina
Quer ser bailarina.

Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como
as outras crianças.

Cecília Meireles, Ou isto ou aquilo.

 

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Para que ler?

24 abr 2026
Oficina

As BOAS LEITURAS são tão necessárias para a formação do espírito da criança, como o bom alimento é indispensável ao seu desenvolvimento físico.

A história de toda a humanidade está perpetuada nos livros. Todo o bem que já foi feito, toda a perfeição que já foi alcançada, e até aqueles grandes erros que já foram cometidos no passado; toda a beleza e poesia; o toque mágico da vida, tudo isto está gravado nestes pequenos sinais negros que cortam as páginas dos livros. Esta herança tem sido transmitida de geração em geração a fim de que as crianças possam, quando chegada a sua vez, imprimir nas suas próprias vidas as mais preciosas experiências dos que as precederam. Os bons livros são, portanto, o mais caro legado para a infância e nenhuma criança pode dele ser espoliada, sem deixar de, com isso, sofrer graves prejuízos espirituais.

Ângelo Patri, Coleção Mundo da Criança, Vol. 1, 1954.

 

 

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É assim!

17 abr 2026
Oficina

Hoje, mais uma década chegando e mais um ciclo se despedindo. Mais um renascimento me oferecendo a oportunidade de brilhar no meu silêncio, de amar na minha luz, de sentir com mais verdade e de destrançar os fios para voos mais calmos, mais leves e com asas que comandam com mais equilíbrio.

Hoje, mais um ano de vida! Mais novos dias para ser o que a alma pede, o que o coração enxerga e o que o corpo permite.
Sou hoje o que sei e o que não sei de mim. Que bênção! É aqui que me abro para celebrar o que ainda posso me descobrir e me desnudar diante dos meus próprios olhos.
Sou força sem ser fortaleza! Sou presença sem exigências! Sou beleza sem ser boniteza!

Sou!
Sou isso e sou aquilo.
Sou ontem e sou hoje!
Sou agora, sou depois e sou mais adiante!

Hoje, mais um ano da minha vida!
E o meu presente? A essência que me abraça, me acolhe e me agradece!
Sou!
Gratidão!!

Maria Teresa Guimarães.

 

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Bem-Vinda!

10 abr 2026
Oficina

Essa libélula encontrou no limoeiro o lugar acolhedor para o seu descanso. Aqui tem vida que alimenta, que recebe, que ilumina e que permite que, com segurança, ela chegue e se entregue ao repouso da noite!

Com sua capacidade de transformação, renovação e adaptação, deixando aqui o seu recado, mostra que estamos cuidando com respeito e com muito amor desse nosso lugar, onde ajudamos pessoas a abrirem portas que as levam ao encontro dos seus corações e de suas almas. O trajeto é para dentro, num mergulho na luz, que as tornam fiéis as suas verdades mais profundas.

Bem-vinda, bem-vindo, você, que assim como a libélula, procura o seu próprio lugar seguro e amoroso!

Maria Teresa Guimarães.

 

 

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Detesto explicações

03 abr 2026
Oficina

“Detesto explicações” é a frase do autor de Peter Pan. Ele, com certeza, não está rejeitando o entendimento – está rejeitando a redução do vivido ao explicável. A explicação empobrece o mistério e, mesmo que apresente a realidade e seja correta, pode servir de defesa para não sentir. O contato imediato com o que é real pode não precisar da mediação da explicação. Muito do que vivemos escapa ao saber e há verdades que só existem enquanto não são explicadas. Quando explicamos, matamos não só a nossa ingenuidade, mas também a capacidade de encostar na vida e tocá-la.

Nilton Bonder.

 

 

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Reverenciando o Outono…

27 mar 2026
Oficina

E vamos dar as boas-vindas ao outono! É aqui que movemos a terra para semear, fertilizar e colher os frutos. Vivemos, nesses últimos meses, o sol em sua potência máxima. Desfrutamos da vida que nos leva para fora, para a luz que nos aquece e nos traz alegria. Agora é hora de aquietar. Aquietar para criar vida nova, para plantar a sementinha da certeza do movimento cíclico de construções em pleno processo de gestação. Somos a terra fértil, acolhedora, generosa e gentil. Somos a possibilidade das possibilidades. Somos a esperança do fortalecimento das raízes que fazem crescer, florescer, frutificar e proteger.

Que o outono chegue com brisas de renovação.

Maria Teresa Guimarães.

 

 

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Ainda me acostumo! Será?

20 mar 2026
Oficina

Chega um dia na vida de todos nós, que lhe chamarão de SENHORA.

-O seu café, senhora.

-Não esqueça o seu troco, senhora.

Mas senhora para quem?

Você se vira pensando que tem uma SENHORA atrás de você, mas em vez disso, só tem você!

Então você olha para o vidro da janela onde sua imagem reflete, para ver se alguma coisa mudou na sua aparência, se há uma pequena pista que possa ter levado o barman, o lojista, a garçonete ligar a palavra SENHORA a você.

Não há nada de novo, está sempre lá você com a sua cara, as suas calças jeans, as suas mãos…Será que são as mãos?

E então por que tem alguém que lhe colocou na categoria de “adulto melhor idade” efeito de SENHORA?

Quem se atreve a tirar você da ilha, daquele mundo maravilhoso onde você é sempre criança ou jovem , onde todos encontramos refúgio quando acabou o amor, o trabalho, os anos que passam…

Ok. Talvez eu tenha que me acostumar, vou ter que tentar não me assustar quando me chamam de SENHORA, para me abster da insensibilidade, mas nunca vou desistir de voar para aquela ilha que não existe, porque é lá que os sonhos nunca morrem.

Graciosa Página.

 

 

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Tempo Bom!

13 mar 2026
Oficina

Tempo em que a rua era extensão dos quintais
E que nossos amigos, eram reais e não virtuais
E essa era a rede social, de uma ótima geração
Era sem whatsapp tinha que chamar no portão

Tempo das brincadeiras, de bola e bandeirinha
Ainda esconde-esconde, de corda e cirandinha
Paqueras nas calçadas, ou jogar conversa fora
Quando a mãe chamava que a gente ia embora

Então um dia entramos para nunca mais voltar
Quando então acordamos vimos tudo terminar
E na minha rua, tenho visto crianças brincando
E quem sabe essa nova geração está mudando

E talvez ainda descobrirão como fomos felizes!

Carlos A. Aniceto, Novos tempos!!

 

 

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Sagrado seja o dia do nosso feminino!

06 mar 2026
Oficina

Sagrada seja a Nossa Mãe, que nos acompanha, protege, abre e aponta os caminhos mais seguros e abundantes!

Benditas sejamos nós na vida, no amor, na alegria e na dedicação e na disposição ao trajeto da evolução!

Somos mulheres do amor de Maria, do feminino da natureza e do acolhimento caloroso de nosso aquecido ventre.

Somos paz que envolve, alegria que se espalha e esperança que contagia.

Somos a fertilidade que move, que fortalece e que faz acontecer.

Trazemos da Fonte a qualidade da nossa essência original, a luz que torna possível viver em lealdade à verdade do coração.

Somos mulher, criança, feminino, masculino, sensível, firme, presente e ausente.

Somos certeza e dúvida. Somos a que ri e a que chora. Somos a perfeição na imperfeição do humano!

Somos!

Maria Teresa Guimarães

 

 

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A lenda de fevereiro

27 fev 2026
Oficina

Há muito tempo, quando o tempo ainda não tinha nomes e os meses eram espíritos livres dançando no céu, viviam doze irmãos, cada um com um caráter diferente.
Janeiro era duro e tranquilo, março impetuoso e curioso, julho alegre e desorientado… mas, entre todos, o menor era fevereiro, o mês gentil.
Fevereiro não falava muito. Preferia ouvir.
Caminhava lentamente entre as nuvens, recolhendo sonhos esquecidos e costurando-os em flocos de neve.
Enquanto os outros meses estavam lutando para ter mais dias, mais festas, mais sol, ele se afastou.
– Não preciso de muito tempo, disse ele com um sorriso.
Tenho o que é preciso para fazer um coração florescer.
Os outros meses ficavam provocando-o.
– Com tão poucos dias, ninguém vai reparar em você!
Mas fevereiro não ficou ofendido.
Todos os anos, ele tinha 28 dias, às vezes 29, quando o céu o presenteava com mais um.
Encheu-os de pequenos e profundos gestos: um abraço inesperado, uma carta de amor, um carinho matinal, uma promessa sussurrada.
Assim o tempo vendo sua doçura, resolveu fazer algo especial.
– Fevereiro, disse o Tempo, você tem menos dias, mas será o Mês do Amor.
O mês em que os corações se lembram de bater lentamente juntos.
E desde então, todos os anos, fevereiro volta com seus passos leves, traz o dia do AMOR e nos lembra que não é preciso muito tempo para fazer algo eterno.
Fevereiro tem poucos dias porque não mede a quantidade e sim a importância.
É o mês que nos ensina que o amor não precisa de espaço, mas sim de verdade.

As histórias de Nonno Alfredo, tradução e adaptação: graciosapagina.

 

 

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Mais um Carnaval se despede!

20 fev 2026
Oficina

O Carnaval fez e continua fazendo história. Aqui ou acolá ele sempre dá o ar da sua graça. Dependendo do local ele pode se apresentar mais acalorado, quente, agitado. Ou, sem subir tanto a temperatura, ele pode vir mais compassado. Talvez até despercebido. Porém, de um modo ou de outro, o espírito de alegria acaba envolvendo pessoas dos mais variados tipos de termômetros internos.

Agora, após o Grito de Carnaval, aquele que explodiu o que foi abafado ao longo do ano, ou após o que não precisou ser alardeado por não ter sido contido, chega o momento da pausa, forçada ou não, para dar espaço a reflexões no aguardo do momento da renovação da vida que já se aproxima.

Que os corações possam abrir-se para acolher o novo dia de glória e vida que está por vir.

Quietude nessa trajetória que levará à alegria e ao amor que fazem transformar!

Maria Teresa Guimarães.

 

 

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Carnaval!

13 fev 2026
Oficina

Em meio ao caos ou em meio ao que conseguimos acomodar, o Carnaval ocupa sempre o seu lugar na vida de todos nós. Tem alegria, tem diversão, tem fantasia, tem folia. Para alguns, momento de distensionar os acúmulos das falas emudecidas, das emoções contidas, dos afetos reprimidos e dos sentimentos proibidos. Para outros, momentinho de se isolar dos barulhos atordoantes, do corre-corre do dia a dia, das preocupações com tudo, que até pode ser nada, se quisermos e se escolhermos que assim seja.

O Carnaval é de todos e para todos. O Carnaval é samba no pé, balanço nos quadris, molejo na cintura, grito solto no ar. Carnaval é o corpo largado no sofá, aconchegado na rede, flutuando na água, relaxando para realmente o ano iniciar.

Cada um ao seu jeito, somos todos Carnaval. Essa festa dos corpos desvelados e revelados, dos humores sacudidos, das paixões inflamadas e do chamado da vida para estar onde e como bem quiser.

Carnaval, na festa ou no sossego, que seja vivido do jeito mais pleno de ser!
Bom Carnaval pra você!

Maria Teresa Guimarães.

 

 

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Adote um adulto

06 fev 2026
Oficina

Adote um adulto e ensine-lhe coisas que ele já esqueceu.

Você pode adotar o seu pai, mãe, tio, um amigo, marido, namorado…

O importante é encontrar alguém que precise de ser adotado, precise de voltar a ser criança.

É fácil reconhecer os adultos que precisam de ser adotados. Costumam ser: rezingões, mal-humorados e cheios de coisas para fazer.

São sérios demais, vivem a reclamar o que lhes acontece, não gostam de elogiar, não têm sentido de humor, não sorriem, não brincam e não são gratos à vida.

Se está próximo de um adulto assim, chegue perto, de mansinho e, com muita paciência, vá-lhe ensinando como ser criança outra vez. Faça um lindo desenho e ofereça-lhe de presente. Ensine-o a fazer as nuvens crescerem (na imaginação), aprender a gostar de carinho (comece com um abraço), a acreditar em anjos, dragões (conte-lhes uma história aonde ele será o herói, e matará o dragão feroz que existe dentro dele) e a olhar o céu, só por um momento…

O importante, será não desistir… e lembre-se, o que é fácil para nós, pode ser difícil para eles.

Muitos esqueceram a criança que existe dentro de cada um…

lado.a.lado, via Mala d’estórias.

 

 

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