Para 2018…
Que o bom permaneça.
Que o ruim nos esqueça.
Que o leve transpareça.
Que a Vida floresça.
E agradeça!
Gratos!
Maria Teresa Guimarães e Mauricio Peixoto.
Que o bom permaneça.
Que o ruim nos esqueça.
Que o leve transpareça.
Que a Vida floresça.
E agradeça!
Gratos!
Maria Teresa Guimarães e Mauricio Peixoto.
Um Natal Iluminado e Renovado!
A ideia era não preparar a casa para o Natal. A ideia era dar as costas para este momento que gera tensão no ar, que traz confusão no olhar e burburinho no andar.
Tudo de novo? Ah não! Sempre um Natal importado? Sem chance!
Então, o melhor a fazer era tirar o Natal do ar.
E assim foi feito. Tirei o Natal do ar.
E coloquei Ar no meu Natal.
Com originalidade e criatividade, coloquei fôlego no meu Natal. Reciclando, inventando e inovando, coloquei luz, brilho e cor no meu Natal.
Com serenidade, cuidado, alegria e amor, construí o meu templo de Natal. Um templo que recebe, acolhe, troca e oferece a quietude necessária para reverenciar, profundamente, o Espírito de Natal.
E é daqui, desse lugar, transformado em nosso Templo Natalino, que desejamos a você…
Um Feliz Natal!
Com carinho,
Maria Teresa Guimarães e Mauricio Peixoto.
Para seu inimigo, perdão.
Para um oponente, tolerância.
Para um amigo, seu coração.
Para um cliente, serviço.
Para tudo, caridade.
Para toda criança, um exemplo bom.
Para você, respeito.
Oren Arnold
Algumas constatações evolutivas que você já deve ter vivido mas não se conscientizado ainda
1- O outro não existe para te agradar.
2- Ninguém é culpado pelo que você está sentindo. É você que opta pelos sentimentos que tens neste momento.
3- A arte de viver sem expectativas e, sim, com perspectiva é a chave para não se frustrar.
4- Cure em você o vício da necessidade de aprovação do outro. Só assim, poderá desfrutar da ousadia e confiança natural ao seu espírito.
5 – Você não tem controle de nada, por mais que acredite que tenha. Lembre-se, daqui a pouco a Terra irá reivindicar o seu corpo e deixarás esse planeta para ingressar numa nova fase de existência. Abra mão do controle, só assim terá domínio sobre si mesmo e sobre sua vida. Controle é um reflexo do medo, domínio é um reflexo do estado de ausência absoluta de tensão interna.
6- Não se deforme ou se descaracterize para tentar “caber” no espaço apertado do pensamento que o outro tem em relação a você. Isso não vai dar certo. Quando você se deforma para agradar alguém, sua luz se apaga e é apenas você que fica no escuro se sentindo perdido.
7- Não acredite no que os outros dizem para você, por mais romântico e poético que possa ser. O que importa são as atitudes e não as palavras.
8 – Abandone o orgulho e o delírio de acreditar que tudo vai ser como você quer.
9 – Tudo é passageiro. De perto a vida é uma tragédia, de longe é uma comédia. Daqui a pouco você vai rir de todos os dramas que criou. Pois tudo passa.
10 – Você é responsável por tudo que está acontecendo em sua vida. Seus pensamentos e sentimentos predominantes irão formatar a sua realidade; quer você queira, quer não. Portanto, se quiser mudar a sua realidade, mude seus pensamentos e sentimentos.
11- Carência emocional não é a necessidade de receber e, sim, de se dar. Só você poderá suprir suas necessidades emocionais. Projetá-las em alguém é o mesmo que pedir para que alguém se alimente para saciar a sua fome.
12 – Viva com simplicidade e com mais realidade. Só assim, quem você realmente é, vai surgir de verdade. Ria mais e não leve tudo tão a sério. Afinal de contas, a essência da vida é se descobrir e desfrutar dessa maravilhosa aventura chamada evolução.
Horácio Frazão. Ativista quântico, metafísico, holographic healer, palestrante, professor, pesquisador e humanitário. Estudou Ciências Biológicas e possui formação em Cinesiologia Aplicada.
Quero braceletes de prata
quero as montanhas de Creta
quero os doces da religião errada
quero mimos de mulher amada.
quero sandálias vermelhas
quero dançar uma valsa
quero pintar sobrancelhas.
quero despencar de montanha russa
quero que a vaca tussa.
quero noites vigilantes
contando estrelas cintilantes
quero camisola bordada
quero as pontes de Paris
quero taças transbordando
quero o amor que nunca fiz.
Quero colher miosótis
tantos e tantos
que a bem dizer
agora só me reste
morrer de tanto querer!
Marta M de Andrade/ Estocolmo, inverno
O que podemos fazer para salvar a humanidade da sua própria destruição?
Durante muito tempo, usando o meu velho bom senso de alsaciano, eu tinha resolvido fazer o que está ao meu alcance por meio da minha profissão de terapeuta (nome de origem judaica), reconciliando casais desunidos ou desenvolvendo a consciência do grande Self, deste EHEIEH, (O QUE É) que dorme em cada um de nós. Isso eu continuo a fazer.
Mas eu acredito que podemos tentar ir além, atingindo e tendo acesso às pessoas-chave que constituem as variáveis da provável grande explosão.
(…)
Uma voz interior me diz que há outras coisas a fazer. Talvez seja um engano. Mas eu também estou bastante consciente de que forças superiores ocultas estão agindo por detrás dos eventos e que tudo que está acontecendo talvez não seja tão negativo como parece à primeira vista. No fundo, somos canais de mensagens e de ações do Tetragrama nesta Terra e transformadores de energias densas em formas mais sutis, mais sagradas…
Pierre Weil – Lágrimas De Compaixão – capítulo I “Anseio pela Paz e pela Plena Consciência – 9 de agosto de 1981
Título da publicação: Francisco de Assis
Vi muitas vezes que os homens ficam neuróticos quando se contentam com respostas insuficientes ou falsas às questões da vida. Procuram situação, casamento, reputação, sucesso exterior e dinheiro; mas permanecem neuróticos e infelizes, mesmo quando atingem o que buscavam. Essas pessoas sofrem, frequentemente, de uma grande limitação do espírito. Sua vida não tem conteúdo suficiente não tem sentido. Quando pode expandir-se numa personalidade mais vasta, a neurose em geral cessa.
(Jung, 2005, p. 127)
E pediram ao profeta: Fale-me sobre a Morte. E ele disse: “A coruja, cujos olhos noturnos são cegos durante o dia, não pode revelar o mistério da luz. Se quereis realmente contemplar o espírito da morte, abri bem o vosso coração para a vida. Pois a vida e a morte são uma, assim como o rio e o mar são um. Nas profundezas das vossas esperanças e desejos está vosso conhecimento silencioso do além. E, como sementes sonhando embaixo da neve, vosso coração sonha com a primavera. Confiai em vossos sonhos, pois neles estão escondidas as portas para a eternidade. Pois o que é o morrer além de estar nu ao vento e derreter-se ao sol? E o que é cessar de respirar, senão livrar a respiração de suas incansáveis marés, que se elevam e expandem e buscam Deus sem obstáculos? Só cantareis de verdade quando beberdes do rio do silêncio. E quando chegardes ao topo da montanha, só então começareis a subir. E quando a terra pedir os vossos membros, só então dançareis”. (Khalil Gibran, O Profeta)
Texto extraído do livro Ostra Feliz Não Faz Pérola, de Rubem Alves
O asseio de sua habitação mental não será tão fácil quanto o de sua residência exterior, porém, é infinitamente mais proveitoso e, feito uma vez, não será preciso repeti-lo, a não ser que você seja descuidado e novamente deixe os trastes se acumularem em suas repartições mentais.
Afirme as suas qualidades divinas e perfeitas. Afirme que são suas, pois estão em estado potencial em sua alma, e visualize-as como se estivessem se manifestando.
Lourenço Prado, Alegria e Triunfo II – Crie seu Próprio Destino
“Nós somos casas muito grandes, muito compridas. É como se morássemos apenas num quarto ou dois. Às vezes, por medo ou cegueira, não abrimos as nossas portas.”
Antônio Lobo Antunes
O ato do autoconhecimento depende da disposição para abrirmos, senão portas, as nossas janelas, para então começarmos a dar uma olhadinha no que está por trás delas. Isso assusta por ser o oculto em nós. Porém podemos nos surpreender com o tamanho do nosso mundo. E quão rico ele é. E isso também assusta.
Se o processo analítico visar “escutar” a alma de outrem, a arte será um veículo que torna essa “escuta” possível. Se visarmos a compreender o social, um grupo de pessoas, deveremos estar abertos às suas músicas, aos poemas, às pinturas, às danças e a outras manifestações da alma. Tudo que se faz com arte se faz com alma. Por meio de expressão artística, realiza-se uma comunicação que está para além das fronteiras, que não precisa estar baseada restritamente no código verbal.
Arteterapia: Arquétipos e Símbolos. Organizadora Dulcinéa da Mata Ribeiro Monteiro – Capítulo 1 – Arte: Linguagem da Alma – Lígia Diniz.
No pensamento de Jung, a criatividade reveste-se de uma extrema importância. De fato, ele afirma que, “… do ponto de vista psicológico, é possível distinguir cinco grupos principais de fatores instintivos, a saber: a fome, a sexualidade, a atividade, a reflexão e a criatividade” (Jung, vol. VIII/II § 55).
Nem tudo que é criativo é artístico, mas tudo que é artístico é criativo. Ao usar a arte no processo de individuação, ajudamos a abrir o canal da criatividade, o canal de fazer cultura como forma de sobrevivência, não só física como psíquica. Para o ser humano, não basta só a nutrição orgânica, viver para procriar e se alimentar; ele precisa de um sentido na vida, busca a conexão com sua alma. A criatividade é um potencial inerente ao homem, e a sua realização é uma necessidade.
Arteterapia: Arquétipos e Símbolos. Organizadora Dulcinéa da Mata Ribeiro Monteiro – Capítulo 1 – Arte: Linguagem da Alma – Lígia Diniz.
Imagem do post: Dance (2ª versão) – Henri Matisse (detalhe)
Qual é de fato o sentido de nossa existência? Devemos ser todos tigres, tigres amáveis que só se alimentam de maçãs? Tigres vegetarianos – isso é simplesmente uma anormalidade, algo doentio. E assim é o homem que não vive na terra e a ela não paga o seu tributo. Não é algo que fazemos voluntariamente. Ao contrário, é uma exigência sangrenta que – graças a Deus – não é possível contornar. “Pericolosamente vivere” [viver é perigoso] – a vida “é” um risco! E caso não seja, então nada aconteceu. Por isso podemos dizer juntamente com Voltaire no leito de morte quando o confessor lhe perguntou: “Regrettez-vous tous vos péchés?” [Você se arrepende de todos os seus pecados? ] – “Mais oui, mon père, et surtout ceux que je n’ai pas commis” [Sim, Padre, e sobretudo daqueles que não cometi]. Isso é verdade, enormemente verdade! Esse é o problema. (Karl Gustav Jung. Trecho da obra)
Este texto é uma transcrição de gravações das sessões de perguntas ao Doutor Jung. As sessões retratadas no livro aconteceram em Winterthur em 27 de junho de 1959 e 29 de maio de 1957.
E lá vem comemoração! E é pra comemorar mesmo! Trinta e três anos de casados assim, do jeitinho que aprendemos a conviver.
Presentes nesses anos estão o amor, o encanto, o carinho e a admiração. E também as discordâncias, as implicâncias; momentos de intolerância e de “estou de saco cheio”.
Ah, a imaturidade que se apresenta quando menos esperamos. Aí só nos resta perceber o ridículo da situação e nos divertir com isso. Assim mesmo. Desse jeito.
Trinta e três anos de casados de olho no olho, coração no coração. Cumplicidade, respeito, alegria, trocas e muito aprendizado.
E de uma coisa tenho certeza: o que sustenta a relação é o bom humor, a boa vontade para aceitar e entender o outro, a humildade para dizer “me desculpe” e a disposição para resgatar a nossa criança que cutuca, que brinca, que inventa, que faz criar e transformar. Monotonia zero.
E tudo isso e muito mais nos dá a certeza de que temos que celebrar, comemorar, festejar e agradecer o nosso encontro.
Te amo marido! Te amo meu eterno namorado!
Beijo
Vida é uma energia que põe um tipo de flor dentro de cada alma humana. Há aquela que todos os dias solta suas flores-sorrisos, flores-gentilezas, e encanta a todos que estão à sua volta, como o hibisco que jamais se cansa de produzir floradas. Há outra, mais discreta, tímida como a orquídea, que quando floresce uma vez por ano cria um encantamento extravagante.
Há a alma espinhada, sofrida, cacto que se isola, fala pouco e que quando floresce expressa as mais secretas emoções que escondia. Existe a alma onde germinam angustiadas flores-do-mal que,
contraditórias, fazem brotar no espírito dos poetas imagens de um metafórico balé onde dançam buquês de sentimentos, dores e glórias. É preciso muito respeito com as almas com flores-heroínas, aquelas que, como a palmeira talipot, prepara por 40 anos a única florada que dá na Vida, à imagem das almas que num sopro de dente-de-leão se sacrificam por uma causa nobre.
A vida, que é única, dá a cada alma uma flor e uma cor. Cachos amarelos de emoções, pequeninas rosas vermelhas de compaixão, discretas pétalas azuis de espiritualidade, floradas envolventes de amores. As vezes, sem que ninguém perceba, as flores da alma de cada um trocam sementes de ideias, mudas de sentimentos, fragrâncias de alegrias. É um mistério que pode usar palavras, olhares, toques, um esbarrão na rua, um enlace das mãos no cinema… nunca dá para descobrir direito como as flores das almas se comunicam.
Mas a Vida, que é muito cheia de surpresas, todo ano faz uma brincadeira. Mistura as flores, sem que dê para descobrir aquelas que florescem no jardim e aquelas que germinam no sentimento de cada pessoa. É quando todas as almas, das pessoas e das flores, se embriagam numa grande festa generosamente regada com a água e com o sol da primavera.
Roberto Araújo, Editorial, Revista Natureza, Ed 356, Ano 31, Setembro de 2017
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