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Para Refletir

Toda semana um novo texto.
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Plenitude

31 ago 2007
Maria Teresa Guimarães

O sentimento de plenitude está, portanto, ligado à presença, e toda ameaça de privá-lo da presença é ameaça de vazio, de morte psíquica e emotiva…
O grau de autonomia e independência de um indivíduo se mede pela sua capacidade de experimentar a ausência; não estamos falando de uma pessoa isolada…
Mas do indivíduo que consegue apreciar tanto a companhia dos outros e o calor do outro como a solidão, porque reconhece nela um aspecto inexorável de sua experiência humana.
(Aldo Carotenuto)

Ser ou não ser, eis a questão; se é mais nobre ao espírito suportar as pedradas da sorte ultrajante ou se opor a um mar de percalços e vencê-los
(William Shakeaspeare)

 

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Ecologia Poética

17 ago 2007
Maria Teresa Guimarães

Salve uma palavra antes que morra no senso comum…
Palavra é sentimento. Mas – cuidado – as palavras não podem sentir sozinhas.
Palavra é poder. Ao esgotar seu significado, esgotamos sua permanência.
(Fabricio Carpinejar – Vida Simples, março 2007)

Perdão é quando o Natal acontece em maio, por exemplo.
Exemplo é quando a explicação não vai direto ao assunto.
(Adriana Falcão – Mania de Explicação)

 

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Lembrar é essencial

10 ago 2007
Maria Teresa Guimarães

Diante do trauma, da lembrança que ficou recalcada em substratos profundos de nossa inconsciência, que define o ser e
o agir de sociedades inteiras, como o que se viveu em catástrofes como o nazismo,
a Guerra do Vietnã e outras tantas que conhecemos nas vidas pessoais e familiares, esquecer toma-se um remédio contra o sofrimento.

Mas esquecer não é apagar o que se viveu de modo abstrato, muitas vezes é justamente pela “rememoração” que nos lembramos. Por isso, contar histórias, fazer arte, ou seja, deixar-se levar pelas musas, continua sendo a melhor saída.

A vida criativa é a única que evita o mau esquecimento e, por outro lado, a má lembrança que é o ressentimento.

Criatividade, a missão.

(Márcia Tiburi – Vida Simples, março 2007)

 

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Ovelhas Suficientes

27 jul 2007
Maria Teresa Guimarães

No meu livro “O Alquimista”, o jovem pastor Santiago encontra-se de repente com um velho em uma praça. Está em busca de um tesouro, mas não sabe
como chegar até ele. O velho começa
a puxar conversa:

– Quantas ovelhas você tem?
– O suficiente – responde Santiago.
– Então estamos diante de um problema. Não posso ajudá-lo enquanto você achar que tem ovelhas suficientes.

Baseado neste trecho, o padre peruano Clemente Sobrado faz uma interessante reflexão, que transcrevo a seguir:

Um dos maiores problemas que todos nós arrastamos através da vida é querer acreditar que temos “ovelhas suficientes”. Estamos cercados de certezas, e ninguém deseja que alguém apareça propondo alguma coisa nova. Quem dera que pelo menos pudéssemos suspeitar que não temos tudo, nem somos tudo o que podíamos ser!

É possível que todo mundo esteja diante de um problema gravíssimo; e embora tenhamos a oportunidade de ajudar-nos uns aos outros, a verdade é que pouca gente se deixa ajudar.

Por quê? Porque acreditam que já tem “ovelhas suficientes”. Já sabem tudo, sempre tem razão, estão confortáveis
em suas existências.

Quase todos nós somos assim: temos muitas coisas e poucas aspirações.  Temos muitas idéias já resolvidas, e não queremos renunciar a elas. Nosso esquema de vida já está bem organizado, e não precisamos de ninguém que venha provocar uma mudança.

Já rezamos o suficiente, fizemos caridade, lemos as vidas de santos, fomos à missa, comungamos. Um amigo meu, disse certa vez:

– Não sei por que venho lhe procurar, padre. Eu já sou um bom cristão.

Naquele dia não consegui escutar isso sem dar uma resposta:

– Então não venha me procurar, porque tenho muita gente me esperando, que estão cheias de dúvidas. Mas quer saber uma coisa: você não é mau o suficiente para ser mau, nem bom o suficiente para ser bom, nem santo o bastante para fazer milagres. É apenas um cristão satisfeito com o que conseguiu. E todos aqueles que estão satisfeitos, na verdade renunciaram a melhorar sempre. Conversaremos outro dia, de acordo?

Desde então, quando conversamos ao telefone, ele começa dizendo: “aqui está falando uma pessoa que ainda não cresceu tudo o que podia”.

(Paulo Coelho – O Globo – 24/10/2006)

 

 

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Gentileza gera sucesso

13 jul 2007
Maria Teresa Guimarães

As pessoas gentis são mais felizes e bem-sucedidas. “Pesquisas confirmam que elas são mais amadas e produtivas, têm mais sucesso nos negócios e são mais propensas a levar uma vida interessante e gratificante”, escreve.

Quando temos consciência de nossas forças e fraquezas. ficamos menos propensos a nos gabar. “Muitas pessoas vivem competindo, ansiosas e têm menos energia para o que realmente importa: aprender, criar, manter relacionamentos significativos abrir-se para um mundo de oportunidades”.

Daí o valor da humildade: “Uma pessoa humilde sabe muito bem que alguns são melhores que ela e aceita isso, Se não tento ser o que não sou de fato, posso ser eu mesmo, o que é libertador”.

(Piero Ferrucci, Psicoterapeuta)

 

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Festa de São João

06 jul 2007
Maria Teresa Guimarães

A Festa de São João, relembra São João ou João Batista, o homem que nasceu em 24 de junho e, através de suas atitudes na vida, trouxe a mensagem de que “devemos mudar nossos rumos para encontrar a luz”, sugerindo que o caminho para isso é a meditação, a interiorização, a reflexão, pois São João nos ensina que todas as respostas estão e serão encontradas dentro de nós.

Essa mensagem nos leva ao conteúdo da festa que é a Sabedoria, a capacidade de aprender algo a partir de nós mesmos. Devemos trabalhar em nós a coragem para um julgamento interior consciente; visando nosso amadurecimento como pessoa.

Na época da Festa de São João, no nosso hemisfério, vivemos o inverno e o frio que favorece o recolhimento, a meditação, a necessidade de ficar quieto e em silêncio e se respeitarmos os momentos de recolhimento natural das crianças, tomando o cuidado para que o ambiente da casa esteja aconchegante, então estaremos permitindo que a criança viva intensamente esta festa.

Na Festa de São João existe o costume de acender a fogueira, imagem em que a luz simboliza a sabedoria, a luz interior e o calor do amor, representando o movimento da sabedoria capaz de iluminar o pensamento, aquecendo o coração.

Dentro da Pedagogia Waldorf também temos o costume de acender lanternas feitas pelas próprias crianças e adultos. Elas representam a luz interior de cada um, a sabedoria oferecida para iluminar o mundo.

Depois de viver a Sabedoria o homem se prepara para a próxima festa.

Nesse momento o inverno vai deixando nosso hemisfério e a primavera vai se apresentando,. Toda a natureza, como um ato de coragem, começa a florescer.

O homem também desperta, o sol começa a puxá-lo para fora, ele agora deve atuar.

(www.rumodogirassol.com.br)

 

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Isto e aquilo

30 jun 2007
Maria Teresa Guimarães

Naquela carta, afirmei que havia uma divisão básica no estilo dos homens: aqueles que desejam a paz de espírito e a felicidade têm que acreditar e abraçar a fé, enquanto aqueles que desejam perseguir a verdade devem renunciar à paz de espírito e devotar sua vida à investigação. Eu sabia disso aos 21, há meia vida. É tempo de você aprendê-lo: deve ser seu ponto de partida básico. Você deve escolher entre o conforto e a verda­deira investigação! Caso escolha a ciência, caso opte por ser libertado das cadeias sedativas do sobrenatural, caso, conforme alega, escolha evitar a fé e abraçar o ateísmo, então não poderá ao mesmo tempo ansiar pelos pequenos confortos do crente!
Se você matar Deus, terá também que deixar o abrigo do templo.
(Yalon, I.D.: Quando Nietzsche chorou)
Aqui percebemos a diferença entre religião e filosofia. As grandes religiões, assim como as grandes filosofias, são doutrinas da salvação, que no sentido etimológico significa “se salvar de medos”. As grandes religiões são doutrinas de salvação pela fé, pela crença em Deus. enquanto as grandes filosofias são doutrinas de salvação por si mesmas e pela razão.
(Luc Ferry)
Em suas Memórias, Jung fala pela primeira e única vez de Deus e de suas próprias experiências religiosas. Recordando sua rebelião juvenil contra a Igreja, ele me disse certa vez: Naquele tempo com­preendi que Deus – pelo menos para mim – era uma das experiên­cias mais imediatas. Em suas obras científicas Jung nunca fala de Deus, mas da imagem de Deus na alma humana.. Isto não constitui uma contradição: por um lado, sua afirmação é subjetiva, baseada numa vivência e, por outro, é uma constatação científica e objetiva. No primeiro caso é o homem religioso que fala, o homem cujos pen­samentos são influenciados por sentimentos poderosos e apaixonados, por intuicões e experiências interiores e exteriores de uma vida longa… e fecunda. No segundo, é o cientista que toma a palavra, e suas afir­mações não ultrapassam os limites do conhecimento cientifico, restríngindo-se conscientemente a fatos demonstráveis. Homem de ciência, Jung era empírico. Entretanto, neste livro de Memórias, quando fala de suas experiências e sentimentos religiosos, conta com a boa vontade do leitor a fim de que este possa segui-lo através de caminhos semelhantes, ou que traga dentro da alma uma imagem de Deus de traços análogos ou então que reconheça como válidas por si mesmas as afirmações subjetivas de Jung.
(Aniela Jaffé)
Já sofri demasiadameme a incompreensão e o isolamento a que se é relegado quando se tenta dizer aquilo que os homens não compreendem.
(Carl Gustav Jung)

 

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Tenha um Ótimo Final de Semana

22 jun 2007
Maria Teresa Guimarães

Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade. Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas
de estresse no trabalho e na vida como um todo. Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras – de porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas; dizendo a todos para se servirem.

Quando todos os estudantes estavam de xícara em punho, o professor disse:

“Se vocês repararem pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás. Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si, isto é a fonte dos seus problemas e estresse. Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo. O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras…
e então ficaram de olho nas xícaras uns dos outros.

Agora pensem nisso: A Vida é o café, e os empregos, dinheiro e posição social são as xícaras. Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a Vida e o tipo de xícara que temos não define, nem altera, a qualidade de Vida que vivemos.

Às vezes, ao concentrarmo-nos apenas na xícara, deixamos de saborear o café que Deus nos deu.”
Deus coa o café, não as xícaras… saboreie seu café!!

Tenham um ótimo final de semana…

(anônimo)

 

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Transformação

15 jun 2007
Maria Teresa Guimarães

O mistério é a transformação.
O desejo é o de transformar-se.
O temor é o de transformar-se.

(Gaiarsa, J.A.: A Engrenagem e a Flor, Icone, 196)

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Felicidade

08 jun 2007
Maria Teresa Guimarães

Felicidade não é conquista,
mas dares o melhor de ti próprio
em cada coisa que fizeres.

(Leif Kristiansson, Felicidade, 1978)

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Interesse…

01 jun 2007
Maria Teresa Guimarães

…é um ponto
de exclamação ou
de interrogação
no final do
sentimento

Sentimento…

…é a língua que
o coração usa
quando precisa
mandar algum
recado

(Adriana Falcão, do livro Mania de Explicação)

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A Mediocridade Prevalece!?

25 maio 2007
Maria Teresa Guimarães

Como pregam sabiamente os mestres espirituais do Oriente, o caminho do meio é o caminho do equilíbrio, caminho sem excessos, sem exageros. Caminho da paz, da saúde, da visão.

Quando atingimos este estágio estamos mais iluminados, mais amadurecidos. Adquirimos maior discernimento das coisas, das situações e de nós mesmos.

Conquistamos maior auto confiança e auto conhecimento.

No entanto, se não soubermos a medida e a qualidade deste “meio”, podemos incorrer no erro de vivermos o “meio” como “médio”, “mediano”. E se ficamos na “média”, corremos o risco de permanecermos no “igual”, no “morno”, no “regular”. É assim mesmo. Passamos a ser regulados pela média do grupo, da turma, da escola, do mercado de trabalho. Saímos do excesso dos extremos para sermos regulados pelo excesso de “meio”. Passamos a ser “metade”. Mas…metade do que? metade de quem? metade de onde?

Se, enquanto pessoas em potencial, não sabemos o que temos, não sabemos quem somos e não sabemos para onde queremos ir, como identificarmos o nosso caminho do meio? E agora “meio” como o caminho do equilíbrio, da luz, da paz e da grandiosidade.

A banalização do caminho de meio levou e está levando o ser humano a perder a sua individualidade; a sua condição de indivíduo especial. Crianças e adolescentes estão crescendo aprendendo que “irado” é ser igual. Não igual na solidariedade, no caráter, nas competências que unidas fazem crescer. Mas igual como o estreito caminho do meio, o caminho da “média”, que torna o ser humano medíocre na sua dignidade e auto valorização.

O valor está naquilo que é popular. Sabemos, até mesmo, que o popular não é, necessariamente, ruim, quando temos clareza do que é “meu” em especial. Quando o ser humano tem consciência de si próprio enquanto indivíduo, ele pode estar no coletivo sem perder o seu aspecto particular. Aí ele pode crescer, se diferenciar, sair do médio, sair da média. E então atingirá o “mais”, o “melhor”, o “maior”. É importante ressaltar que aqui o referencial não é o outro nem o grupo, mas sim ter a si mesmo como referência. É dar o melhor de si para atingir níveis cada vez maiores de consciência, de conhecimento, de humanidade e de valorização da sua capacidade de se solidarizar e de se emocionar diante da vida, do outro e de si mesmo.

A Mediocridade Prevalece? Será? Ou, simplesmente, não podemos, por algum motivo, respeitar e acreditar na nossa capacidade de transpor barreiras? Barreiras estas que nos são impostas, talvez, desde que viemos ao mundo. É um “não” mal dado, é um “grito” em hora errada, um “cala boca” ameaçador, um “você não serve prá nada”; ou seja, são tantas as atitudes limitadoras, que crescemos construindo mundinhos de valores tão ínfimos que nem percebemos o tamanho do nosso poder de transformação, de fazer mudar.

Portanto, vai aqui um alerta: Que cada um de nós possa olhar para crianças e adolescentes, com uma visão mais ampla, que nos permita reconhecer e acreditar na sua capacidade para a amizade, para a solidariedade, para o conhecimento e, principalmente, que possamos ser capazes de perceber os seus desejos mais profundos de amor, de saber e de ser.

Maria Teresa G. P.Peixoto

 

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Desejo (Parte 3)

18 maio 2007
Maria Teresa Guimarães

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga “Isso é meu”,
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.
Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer
Não tenho mais nada a te desejar.

(Texto de Victor Hugo, adaptado por Vinicius de Moraes)

 

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Desejo (Parte 2)

11 maio 2007
Maria Teresa Guimarães

Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
o riso habitual é insosso e o riso contínuo é insano.
Desejo que você descubra,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.

(Texto de Victor Hugo, adaptado por Vinicius de Moraes)

continua na próxima semana…

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Desejo (Parte 1)

05 maio 2007
Maria Teresa Guimarães

Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo depois que você seja útil
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer,
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
É preciso deixar que eles escorram por entre nós.
(Texto de Victor Hugo, adaptado por Vinicius de Moraes)

continua na próxima semana…

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