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Para Refletir

Toda semana um novo texto.
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Feliz Natal e Próspero Ano Novo

21 dez 2007
Maria Teresa Guimarães

Feliz Natal!
Deseje-se.
Ilumine-se.
Presenteie-se
De amor.
De calor.
De paz.
De alegria.
De luz!

Próspero Ano Novo!
Encante-se.
Mova-se.
Liberte-se
Das conchas.
Das sombras.
Das manhas.

SEJA FELIZ!

(Maria Teresa Guimarães Pinto Peixoto)

 

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Por inteiro

14 dez 2007
Maria Teresa Guimarães

Com você quero mais a parte ousada da vida.

Quero o carinho, mais ainda
o tesão.
Quero a ternura, mais ainda
o sarcasmo.
Quero serenidade, mais ainda entusiasmo.
Quero sua generosidade, mais ainda sua firmeza.
Quero sua compreensão, mais ainda sua autenticidade.
Quero sua parte menino, mais ainda o Homem de você.

Já vi sua bondade, agora quero
ver seu outro lado.
Quero descobrir do que é capaz.
Quero saber das suas falhas assumidas.
Quero olhar nos seus olhos sem barreiras.
E poder amar também sua maldade.

Porque a maior traição é trair
a si mesmo.
Porque entrego-me toda.
E quero você sem máscaras,
por inteiro.

(Elaine Marques Tinoco)

 

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O Mergulho no Inconsciente

07 dez 2007
Maria Teresa Guimarães

O papel do terapeuta é colocar o indivíduo em contato com sua bússola interior, que mostra o seu norte, que mostra o seu ser. E quando nós nos guardamos esta orientação interior, seja o que façamos ou sejamos, não nos perderemos. No fundo do sofrimento, do monstro que nos aprisiona, da doença que nos asfixia, é preciso lembrar que temos um coração e simplesmente guardá-lo orientado para o ser. É simplesmente um olhar interior. Não se vê nada, não se sabe mais nada e, no entanto, segue-se.

(Jean Ives Leloup)

“Não é suficiente ter asas.
É preciso saber voar

Não é suficiente ter uma bússola.
É necessário saber interpretá-la.”

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Saúde e Bem-estar

30 nov 2007
Maria Teresa Guimarães

Narra-se que um sábio caminhava com os discípulos por uma via tortuosa, quando encontraram um homem piedoso que, ajoelhado, rogava a Deus o auxiliasse a tirar do atoleiro o carro em que seguia.

Todos olharam o devoto, sensibilizaram-se e prosseguiram.

À frente, alguns quilômetros vencidos, havia outro homem que tinha, igualmente, o carro atolado num lamaçal. Este, porém, esbravejava reclamando, mas tentava com todo empenho liberar o veículo.

Comovido, o sábio propôs aos discipulos ajudá-lo.

Reunidas todas as forças, logo o transporte foi retirado e, após agradecimentos, o viajante prosseguiu feliz.

Os aprendizes surpresos, indagaram ao mestre:

– O primeiro homem orava, era piedoso e não o ajudamos. Este, que era rebelde e até vociferava, recebeu nosso apoio. Por quê?

Sem perturbar-se, o nobre professor elucidou:

– O que orava, aguardava que Deus viesse fazer a tarefa que a ele competia. O outro, embora desesperado por ignorância, empenhava-se, merecendo auxílio.

Será, pois, ideal, que sem reclamar e pensando corretamente te disponhas a retirar do paul(*) o carro da tua existência, a fim de seguires feliz, adiante, com saúde e bem-estar.

(*) pântano

(Divaldo Franco, Joanna de Ângelis)

 

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O Prazer da Renúncia

23 nov 2007
Maria Teresa Guimarães

Muitas crianças tenderão a aceitar a frustração pessoal, por perceberem esta como sendo uma dor menor do que aquela determinada por se achar responsável pelo sofrimento da outra; e isto depende muito do modo como reagirá a outra, pois se ela tiver uma atitude que demonstre grande sofrimento diante da privação, maior será o sentimento de culpa. Tal conduta será tanto mais provável quanto mais significativa for, do ponto de vista afetivo, a outra pessoa; assim, se o objeto do dilema do menino for sua mãe e esta agir de modo a demonstrar grande sofrimento diante de condutas do filho que a contrariem – que  corresponde ao que se chama de chantagem emocional – maior será a tendência deste de abrir mão do seu prazer em favor dela; e isto não se dará por convicção e sim para que o menino se livre da terrível dor determinada por se sentir responsável pelo sofrimento que ele pode supor existente na mãe.

(Flávio Gikovate- Em busca da Felicidade)

 

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Sabedoria do velho índio

09 nov 2007
Maria Teresa Guimarães

Um velho indio descreveu certa vez:
Dentro de mim, existem dois cachorros:
um deles é cruel e mau, o outro, muito bom. Os dois estão sempre brigando.
Quando perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio índio parou, refletiu e respondeu:
Aquele que eu alimento.

 

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Conto de fadas para as mulheres do século XXI

02 nov 2007
Maria Teresa Guimarães

Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa, independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.
Então, a rã pulou para o seu colo e disse:
– Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre…

Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava…
– Nem morta!

(Luís Fernando Veríssimo)

 

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Não ponha limites à sua vida!

26 out 2007
Maria Teresa Guimarães

Procure ouvir as notas harmoniosas e sublimes do canto maravilhoso que se evola da natureza.
Viva sorridente e alegre, para espantar as preocupações, para aliviar as lutas
Mergulhe sua alma na alma da natureza: absorva a luz do sol, goze a suavidade da lua, contemple o esplendor das estrelas, aspire o perfume das flores…

(Minutos de Sabedoria, C. Torres Pastorino)

 

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Pessoa

19 out 2007
Maria Teresa Guimarães

O professor é uma PESSOA, não a encarnação abstrata de uma exigência escolar, ou um canal estéril através do qual o saber passa de geração para geração …”

(Tornar-se Pessoa, Carl R. Rogers)

 

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Consciência e Mudança

12 out 2007
Maria Teresa Guimarães

Antes de tentar se modificar, impedir ou evitar algo que não gosta em si mesmo, é mais efetivo conservar isto, e se tornar mais consciente de que existe…

Quando você entra realmente em contato com sua própria experienciação, descobre que a mudança ocorre, sem esforço ou planejamento….

(Tornar-se Presente, John O. Stevens)

 

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Alegria

05 out 2007
Maria Teresa Guimarães

Alegria não é êxtase ardente de um instante, mas sim a luz sem chama que acompanha o ser.
Alegria é fruto do abandono das posses, enquato tristeza é o estado de espíritio de quem depende do que possui.
Alegria é portanto aquilo que sentimos no processo de nos aproximar cada vez mais da meta de sermos nós mesmos.

(Ter ou Ser – Erich Fromm)

 

Alegria é um bloco de carnaval que não liga se é fevereiro.
Tristeza é uma mão gigante que aperta o seu coração.

(Mania de Explicação – Adriana Falcão)

 

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A gente se acostuma. Mas não devia

28 set 2007
Maria Teresa Guimarães

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que as janelas ao redor. E porque não tem vista. logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado, porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jomal no ônibus, porque não pode perder o tempo de viagem. A comer sanduíche porque já é noite. A cochilar no ônlbus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz.

A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há multo o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar­se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto acostumar, se perde de si mesma.

(Marina Colassanti)

 

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Idade Certa

21 set 2007
Maria Teresa Guimarães

Existe somente uma idade certa para a gente ser feliz.
Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los apesar de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda a intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.
Esta idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE
E tem a duração do instante que passa…

(Informativo SESC-Tijuca)

 

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Força de Resistência

14 set 2007
Maria Teresa Guimarães

A presença de qualquer força de resistência insistente significa que estamos atravessando uma parede qualquer que derruba o nosso ponto-limite. Quer dizer, estamos saindo do nosso trilho, da nossa zona de fluência, e ingressando naquela área onde começamos a nadar contra a corrente. Ou seja, no que não nos pertence. Portanto, atenção quando começar a sentir que está tendo que enfrentar alguma resistência, por menor que pareça…

Bater de frente com uma força de resistência qualquer é a maneira mais rápida de desestruturar. No mínimo de desgastar…
Ao sentir que acontece algum tipo de resistência, faça um movimento para não bater de frente. Mesmo que o seu movimento seja o não mover-se, que lhe permitirá estar atento ao fluxo ininterrupto de tudo o mais em volta e sacar qual é o momento preciso de tornar a mover-se você mesmo…

“Fazer um movimento” significa decidir, escolher. Conscientemente. O movimento escolhido pode ser, inclusive, o não se mover.

(Virgínia Cavalcanti – Para mim, apenas o melhor)

 

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Para mim, apenas o Melhor

07 set 2007
Maria Teresa Guimarães

Ser feliz não é um “merecimento” – é um estado natural de harmonia, condizente com o equilíbrio cósmico como um todo. Ser feliz significa assumir a nossa parcela de responsabilidade dentro desta infinita engrenagem universal, através do equilibrio do campo energético no qual existimos e sobre o qual atuamos. Ser feliz não apenas é possível, mas torna-se fácil, quando compreendemos, na prática, que se trata
de um agradável exerdcio de prazer, capaz de atingir as conseqüências mais sérias e sólidas. Assim, sem peso nem dor. Ou, pelo menos, sabendo lidar com a dor habilmente. É o aprendizado do famoso jogo de cintura.

Ser feliz é alcançar dizer – e, principalmente, viver – sem culpa e sem medo: “Para mim, apenas o melhor… Que eu seja capaz de transbordar este melhor por tudo aquilo que me cerca. E que Deus nos ensine a suportar a Felicidade”.

(Virgínia Cavalcanti)

 

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