Natureza
O que a natureza pede da macieira é que produza maçãs, da pereira, que produza peras. A natureza quer que eu seja simplesmente homem. Mas um homem consciente do que sou e do que estou fazendo.
C. G. Jung
O que a natureza pede da macieira é que produza maçãs, da pereira, que produza peras. A natureza quer que eu seja simplesmente homem. Mas um homem consciente do que sou e do que estou fazendo.
C. G. Jung
O homem adoece porque oculta a si mesmo a história cujo significado lhe é insuportável. Geralmente a sua doença é resposta simbólica que tenta inconscientemente alterar o significado da história ou, que é o mesmo, a sua conclusão.
Chiozza, 1986
Não sei… se a vida é curta ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais,
Mas que seja intensa, verdadeira, pura… Enquanto durar”
Cora Coralina
Ler rapidamente aquilo que o autor levou anos para pensar é um desrespeito. É certo que os pensamentos, por vezes, surgem rapidamente, como num relâmpago. Mas a gravidez é sempre longa. Há frases que resumem uma vida. Por isso é preciso ler vagarosamente, prestando atenção nas ideias que se escondem nos silêncios que há entre as palavras. Eu gostaria que me lessem assim. Quer eu escreva como um poeta, no esforço para mostrar a beleza, ou como palhaço, no esforço para mostrar o ridículo, é sempre a minha carne que se encontra nas minhas palavras.
Rubem Alves: Ostra feliz não faz pérola, pg 145, Ed. Planeta, 2013
…Respirar é prazer, mas não no sentido hedonista de gozar a vida. Ao respirar, “sorrimos” para os pulmões. Respirar é um ato inspirado. Inspirar significa soprar para dentro; assim, o alento é uma dádiva divina…
Marietta Till, “A Força Curativa da Respiração”
Natal chegando
Um ano passando
O ano terminando…
Natal nos lembrando
Que nascemos e renascemos
Todos os dias
Todas as horas
A cada segundo…
Alguma novidade nestas palavras?
Claro que não!
Agora, leve estas palavras para o seu coração
Respire suave e profundamente…
Sentiu?
Pois é…
Novo, não?
Feliz Natal
e um
Novo Ano Pleno de “Novidades”!
Maria Teresa G. P. Peixoto
Padrões que se repetem são vícios que aprisionam qualquer ser humano. É preciso liberá-los para liberar a verdadeira essência.
Estes vícios estão a serviço do quê?
Esta é a pergunta que deixo para você pensar.
Maria Teresa G. P. Peixoto
Sacudo o inconsciente.
Movimento a vida que há nele.
Desarrumo esta casa…
Antes escura.
Alio-me a ele…
Meu inconsciente, agora, solar.
Desperto a consciência.
Encaro.
Olho de frente.
Olho no olho.
Acolho.
Reconheço-me.
Transformo.
Liberto-me!…
Para um novo despertar…
Maria Teresa G.P. Peixoto
A mente é uma casa de numerosos cômodos, repletos de móveis e utensílios, crianças, memórias, imagens, etc. Alguns deles são úteis e aproveitáveis, porém outros são velhos, empoeirados e inúteis, e se fossem retirados e substituídos por coisas nais belas, tornariam a casa mental mais atrativa e agradável.
Grande parte de seu equipamento mental é antiquado, transmitido de pai para filho, e não faz mais do que ocupar cômodos úteis que poderiam ser empregados para coisas mais modernas e de natureza que agradariam a vista e a alma, e seriam para você uma bênção e uma felicidade, em vez de uma limitação que o comprime nos modelos empoeirados do passado.
Lourenço Prado
O destino da democracia se decide no momento da sua fundação. Se os lobos são eleitos para estabelecer as regras do jogo, será inútil que as ovelhas que os elegeram berrem depois ao serem transformadas em churrasco.
Pois os lobos, que elas elegeram como seus representantes para fazer as leis, escreveram como lei: “É direito dos lobos comer ovelhas”. Não existe caso em que os lobos tenham, democraticamente, aberto mão dos direitos que eles mesmos estabeleceram. As ovelhas são as culpadas de sua desgraça. Foram elas que, pelo voto, deram poder aos lobos.
Rubem Alves, ”Ostra feliz não faz pérola”
Santo Agostinho sugere que há dois tipos de política. A política do “poder do amor”, a que ele deu o nome de Cidade de Deus, e a política do “amor ao poder”, a que ele deu o nome de Cidade dos Homens. Tudo tem a ver com a forma como “poder” e “amor” se relacionam. Pensada utopicamente, a política do “poder do amor” pode ser definida como a arte da jardinagem aplicada às coisas públicas. Jardinagem é a arte e a técnica que busca estabelecer harmonia entre o homem e a natureza.
Jardins são espaços que o amor modelou no sentido de que sejam belos e seguros. Neles não existe o medo e o corpo experimenta a exuberância dos sentidos. Nos jardins, o homem e a natureza estão reconciliados, são amigos. Nessa política, o poder é ferramenta e instrumento do amor: esse é o sentido da ética. Ética é, sempre, limitação do poder. Pensada realisticamente, a “política do amor ao poder” é o conjunto de artimanhas que tem por objetivo estabelecer o poder de um grupo sobre um determinado território. Nessa política, os sonhos de amor estão subordinados e a serviço do poder. O que significa que nela o poder é o valor supremo e não existe uma ética que o controle.
Rubem Alves, “Ostra feliz não faz pérola”
Antepassado:
“O que passou antes”.
Passou antes, aprendeu antes, sonhou antes…
E viveu antes!
Assim como nós, que aqui estamos em vida,
Nossos antepassados, sentiram, sofreram, cresceram…
E sonharam!
Sonharam uma vida plena, abundante e livre.
Nossos antepassados, assim como nós,
Choraram, sorriram e amaram.
Brincaram, lutaram e realizaram.
Nossos antepassados, assim como nós,
Buscaram o aprendizado de uma vida rica de significados.
Hoje, aos que por aqui passaram, deixando Marcas e Marcos,
Eu reverencio e agradeço.
Respeitosamente,
Maria Teresa G. P. Peixoto
”…Não é o mundo que me estressa, eu mesmo me estresso.”
Um estudo do Centro de Controle de Doenças de Atlanta mostrou que 53% das pessoas que morrem com menos de 65 anos falecem por motivos diretamente relacionados a seu modo de vida. Não é a gripe do frango, a AIDS, os jogos de computador ou o roch’n’roll que apodrecem a gente, mas nós mesmos. Mais da metade das pessoas não curtem a aposentadoria porque fumam, trabalham demais, se entopem de comida gordurosa. Porque se irritam, brigam, se sobressaltam.
Não é a televisão que emburrece, mas somos burros quando vemos os programas errados. Não existe uma fábrica de idiotas, somos nós os idiotas fabricados. Os jogos de computador não têm senha assassina, são as pessoas que não conseguem lidar com a própria vida…”
Texto extraído do livro “Sincero” de Jürgen Schmieder
Fiquei sem bolsa… Que leveza!
Fiquei sem cartão… Que tranquilidade!
Fiquei sem celular… Que desprendimento!
O que é realmente essencial?
A bolsa, hoje, pesa menos.
A vida, hoje, exige menos.
A vida é essencial!
Grata à Vida!
Mas aviso que já deu pra refletir e aprender, ok? Basta!!!!
Agora tudo me faz bem, agora amo qualquer destino:
– quem gostaria de ser meu destino?
F. Nietzsche – Além do Bem e do Mal
Assine a newsletter da Officina da Mente e receba em sua caixa postal notícias sobre nossos workshops, cursos e demais atividades. Basta digitar seu e-mail no campo abaixo e clicar no botão “Assinar”:
