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Para Refletir

Toda semana um novo texto.
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A vida

11 jan 2019
Maria Teresa Guimarães

A vida decepciona-o para você parar de viver com ilusões e ver a realidade.
A vida destrói todo o supérfluo até que reste somente o importante.
A vida não te deixa em paz, para que deixe de culpar-se e aceite tudo como “É”.
A vida vai retirar o que você tem, até você parar de reclamar e começar agradecer.
A vida envia pessoas conflitantes para te curar, pra você deixar de olhar para fora e começar a refletir o que você é por dentro.
A vida permite que você caia de novo e de novo, até que você decida aprender a lição.
A vida lhe tira do caminho e lhe apresenta encruzilhadas, até que você pare de querer controlar tudo e flua como um rio.
A vida coloca seus inimigos na estrada, até que você pare de “reagir”.
A vida te assusta e assustará quantas vezes for necessário, até que você perca o medo e recupere sua fé.
A vida tira o seu amor verdadeiro, ele não concede ou permite, até que você pare de tentar comprá-lo.
A vida lhe distancia das pessoas que você ama, até entender que não somos esse corpo, mas a alma que ele contém.
A vida ri de você muitas e muitas vezes, até você parar de levar tudo tão a sério e rir de si mesmo.
A vida quebra você em tantas partes quantas forem necessárias para a luz penetrar em ti.
A vida confronta você com rebeldes, até que você pare de tentar controlar.
A vida repete a mesma mensagem, se for preciso com gritos e tapas, até você finalmente ouvir.
A vida envia raios e tempestades, para acordá-lo.
A vida o humilha e por vezes o derrota de novo e de novo até que você decida deixar seu ego morrer.
A vida lhe nega bens e grandeza até que pare de querer bens e grandeza e comece a servir.
A vida corta suas asas e poda suas raízes, até que não precise de asas nem raízes, mas apenas desapareça nas formas e seu ser voe.
A vida lhe nega milagres, até que entenda que tudo é um milagre.
A vida encurta seu tempo, para você se apressar em aprender a viver.
A vida te ridiculariza até você se tornar nada, ninguém, para então tornar-se tudo.
A vida não te dá o que você quer, mas o que você precisa para evoluir.
A vida te machuca e te atormenta até que você solte seus caprichos e birras e aprecie a respiração.
A vida te esconde tesouros até que você aprenda a sair para a vida e buscá-los.
A vida te nega Deus, até você vê-lo em todos e em tudo.
A vida te acorda, te poda, te quebra, te desaponta… Mas creia, isso é para que seu melhor se manifeste… até que só o AMOR permaneça em ti.

Bert Hellinger (Psicoterapeuta e escritor)

 

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A psique equilibrada do feminino

04 jan 2019
Maria Teresa Guimarães

Não importa o número de anos que você tenha vivido, alguma vez já se sentiu como se ainda estivesse com 16 anos? É seu espírito. O espírito é eternamente jovem e, embora cresça em experiência e sabedoria, ele possui a exuberância, a curiosidade e a criatividade desenfreada da juventude.

Você alguma vez sentiu que disse ou fez algo muito mais sábio, mais inteligente do que você realmente aparenta ser na vida diária? Essa é uma das provas da existência da alma, a força antiga no interior da psique que “sabe” e age de acordo.

Numa psique equilibrada, essas duas forças, o espírito jovem e a alma velha e sábia, se mantêm num abraço em que mutuamente se reforçam.

Clarissa Pinkola Estés (A Ciranda das Mulheres Sábias)

 

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Coração: lugar de poder!

31 dez 2018
Maria Teresa Guimarães

Faça uma pausa agora. Isso mesmo, agora. Pare! Volte um pouquinho no tempo, apenas o suficiente para recordar e rever palavras que você soprou ao longo de 2018. Certamente você soprou uma misturinha de palavras doces, amargas, positivas, negativas, amorosas, ríspidas, motivadoras e desanimadoras. E ainda palavras de desabafo e desagrado. Palavras inspiradoras e desafiadoras. Agora, com essa saladinha de palavras, registre, do seu jeito, as que mais te fortaleceram e as que mais te enfraqueceram. E com esse registro em mãos, observe em qual desses lados você se manteve durante a maior parte do tempo ao longo desse ano. E então eu te pergunto: Qual foi o seu lado de poder? Ou melhor, qual lado você acreditou ter sido aquele que te ofereceu mais poder? E qual dos dois lados você escolhe para ser o seu lugar de poder em 2019? Lugar de Poder = serenidade, integridade, verdade.

Que em 2019 você e todos nós encontremos a força nos nossos corações!

Psicoterapeuta Maria Teresa Guimarães

 

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Palavras sopradas em 2018!

24 dez 2018
Maria Teresa Guimarães

Cada palavra um significado e um sentido carregados de história, que conta um pouco do que vivemos em 2018.

ESPERANÇA que faz RENASCER a partir da SUPERAÇÃO de OBSTÁCULOS, nos tornando mais conscientes das ESCOLHAS que, antes na SOMBRA, nos fazia cegos, dificultando DESCOBRIR o CAMINHO para irmos ao encontro do que consideramos SUFICIENTE e assim nos LIBERTARMOS do desnecessário e dos excessos.

ACOLHER o DESCONHECIDO pode mudar a CRENÇA de que o SONHO tem que estar sempre claro, definido, seguro, para ser REALIZADO. São SUTILEZAS dos SABERES do nosso INCONSCIENTE, que quando RESPEITADOS, possibilitam o encontro com a nossa ESSÊNCIA e com a qualidade da nossa LUZ.

O resgate da SAÚDE, do AMOR, da CONFIANÇA, nos coloca diante do MEDO sem DISTORÇÕES, com VERDADE, aprimorando a nossa DEDICAÇÃO ao observarmos e RENOVARMOS as nossas BAGAGENS, para que nesse novo tempo possamos, assim como a CRIANÇA, REPOUSAR na ENTREGA, CONFIANTES no ABRAÇO ACOLHEDOR da VIDA.

Feliz Natal!

Seguindo com gratidão em 2019…

Psicoterapeuta Maria Teresa Guimarães

 

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Um tempo para Você

21 dez 2018
Maria Teresa Guimarães

Tendemos a colocar o trabalho, os compromissos e, até mesmo, o lazer, num ritmo rotineiro, sem prestar atenção às solicitações sensatas da nossa mente e do nosso corpo. O resultado dessa desatenção é o cansaço mental, a exaustão física, sentimentos descompassados e a fragilidade do espírito. Nesse final de ano eu te convido a reservar um tempinho para Você e somente Você!.

Psicoterapeuta Maria Teresa Guimarães

 

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Finalizando mais um ano

14 dez 2018
Maria Teresa Guimarães

Finalizando mais um ano no nosso calendário cronológico e emocional, é natural que a mente e o corpo apresentem sinais de cansaço. Embora neste entrar e sair de ano o movimento realmente não cesse, pois a vida é cíclica – é a roda que gira sem parar com os altos e baixos próprios desse giro – fazer uma pausa de vez em quando, é uma decisão saudável e, portanto, bem vinda.

Psicoterapeuta Maria Teresa Guimarães

 

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Protegendo e fortalecendo o que está por vir

07 dez 2018
Maria Teresa Guimarães

Para uma árvore continuar a crescer e florescer, é preciso que haja células diferenciadas que promovam a transição… trata-se de células fortes que se reúnem para proteção em torno do lugar em cada galho onde a madeira mais velha e resistente está em contato com a parte vulnerável que cresce, o lugar onde o broto tenro se encontra logo abaixo da pele nova e, com o devido cuidado, há de vicejar.

As células de transição atuam como ligação crítica entre o que é e o que ainda será. Quando as brácteas mais novas de ramos e flores estiverem estabilizadas, essas células especializadas na transição avançam para os próximos locais nos galhos onde a árvore florescerá mais uma vez.

Clarissa Pinkola Estés (A Ciranda Das Mulheres Sábias)

 

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Reflexão de uma cliente

30 nov 2018
Maria Teresa Guimarães

A vida nos traz momentos de extrema felicidade, tais como: alegria do nosso filho, saúde de nossos filhos e pais, uma noite tranquila, onde você deite no travesseiro e não se sinta mal ou triste.

E também, a vida, nos traz momentos de tristeza, tais como: a doença, a falta de dinheiro e a maior de todas, na minha opinião, a falta de DEUS…

Agora o meio termo disso tudo é SIMPLESMENTE VIVER, de uma maneira tranquila, onde, como hoje, estar deitada na minha cama ao lado da minha filha, após ter feito um bolo de chocolate.

Acho que é isso, momentos que deveríamos valorizar mais em nossa vida.

Momentos simples, porém, significantes.

Psicoterapeuta Maria Teresa Guimarães

 

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O primitivo em nós

23 nov 2018
Maria Teresa Guimarães

Com muita propriedade Joanna de Ângelis nos fala sobre o animal ainda muito presente no âmago de nosso Ser, as estruturas arcaicas, resíduos ainda muito vivos da nossa caminhada até onde estamos na atualidade. A garra, com suas extremidades que parecem punhais afiados capazes de cortar e dilacerar a carne, durante o longo trabalho realizado pela evolução cedeu lugar, paulatinamente, à mão, que com os dedos é capaz de agarrar, mas também de acariciar.

Diz-nos Pontes de Miranda, que a “mão “foi a “garra” que fez muito mais do que propulsar, prender e apreender. Segura com os dedos e com a palma, ajeita, acaricia, altera. Serve ao trabalho, à produção, à mudança da face da terra, ao aperfeiçoamento. E sem poder ocultar, na biologia, que é filha da garra, prestou-se também no manejo das armas e à melhora delas.

Na verdade, ainda estamos nos conscientizando de nossas características animais, que se expressam pelos instintos e impulsos, que quando se manifestam em nosso comportamento nos sentimos chocados e até pensamos, tentando nos iludir: “isso não sou eu”.

Refletindo A Alma – Divaldo Franco e Joanna de Ângelis (Espírito)

 

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Feriados

16 nov 2018
Maria Teresa Guimarães

E os feriados se aproximam. Aproveitando os recessos, criamos uma longa semana para descansar, respirar outros ares, viver o novo, visualizar e sentir “O Belo”. Aumentando assim a bagagem com percepções, sensações e informações que ampliam nossos olhares, promovem mais saberes, serenam a nossa mente e acolhem a nossa alma.

Convido você, cumprindo ou não o calendário de feriados, que aproveite para olhar ao redor, sair um pouquinho do trivial, buscar o novo e vislumbrar possibilidades transformadoras e de renovação.

Psicoterapeuta Maria Teresa Guimarães.

 

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Dos que vão, para os que ficam

02 nov 2018
Maria Teresa Guimarães

Quanto à influência da morte de um ente querido sobre aqueles que ele deixa para trás, há muito me parece que não deve ser senão a de uma responsabilidade maior. Quem está partindo não transmite um cêntuplo de coisas iniciadas aos que sobrevivem a ele, para que as continuem — se eles partilhavam algum tipo de vínculo interior? Nos últimos anos, tive de aprender sobre tantas experiências íntimas de morte, mas não houve uma pessoa tirada de mim sem que eu não sentisse aumentarem as tarefas a meu redor. O peso dessa ocorrência não esclarecida e talvez a mais colossal de todas, que apenas por um mal—entendido ganhou a reputação de ser arbitrária e cruel, empurra-nos mais para o fundo da vida e exige os mais extremos deveres às nossas forças pouco a pouco crescentes.

Rainer Maria Rilke, Cartas do Poeta sobre a vida

 

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O Sentar e o Caminhar

29 out 2018
Maria Teresa Guimarães

“Sente-se e vá!”
Ouvi essas palavras aos dezenove anos, no monte Athos, pouco após uma experiência de morte clínica em um hospital em Istambul. Quarenta anos depois, elas continuam vivas, como um sopro, e elas me conduzem para o alto e para diante.
Foi necessário um pouco de tempo para compreendê-las e, sobretudo, para vivê-las.
“Sente-se” não quer dizer permanecer sentado.
“Vá” não é ir para algum lugar.
“Sente-se” é estar centrado no ir e vir da Vida.
“Vá” é estar permanentemente no próprio movimento da Vida que se dá.
“Sente-se”: “Eu sou”.
“Vá”: “Eu serei”.

Jean-Yves Leloup, O Sentar e o Caminhar.

 

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O Bastão-que-fala

20 out 2018
Maria Teresa Guimarães

O Bastão-que-fala é um instrumento usado por muitas Tradições Americanas Nativas toda vez que um Conselho é convocado. Ele permite que todos os membros do Conselho apresentem seu Sagrado Ponto de Vista. O Bastão-que-fala passa de pessoa a pessoa à medida que a reunião se processa. Somente a pessoa que segura o bastão tem o direito de falar naquele momento.

O Bastão-que-fala nos recorda que o ponto de vista alheio é muito valioso e nos ensina a maneira de escutar e colocar em prática tudo aquilo que ouvimos. Estamos sendo solicitados a não interromper aqueles que estão compartilhando sua Sabedoria conosco. Devemos aprender, ao ouvir os outros, que a vida nos oferece inúmeras escolhas e respostas para qualquer dilema que nos seja colocado.

Lembre-se de que todos os sinais da vida e todas as escolhas estão disponíveis para aqueles que sabem ouvir. Está surgindo uma outra oportunidade para que o seu crescimento se faça por um novo caminho. Use este presente agora e use-o com Sabedoria

Jamie Sams, Cartas do Caminho Sagrado

 

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Feliz Dia Da Criança!

12 out 2018
Maria Teresa Guimarães

Celebro o Dia da Criança com uma situação que acabei de presenciar:

Um grupo de jovens adolescentes, meninas; uma delas, no momento em que uma mulher sai do elevador, a chama e diz: Quero te dizer que você é muito bonita!

O que surpreende a todos que ali estão. Isso ocorre dentro do elevador em horário de movimento. Local que provoca incômodo pela proximidade que o espaço oferece. Local onde, antes da existência do celular, as pessoas olhavam para o alto, para o chão, evitando o contato visual. Hoje o celular já cumpre esse papel. Não só não se olham como também não se escutam.

E aí tive a certeza de que naquele coração jovem ainda se mantem viva a alma da criança. Espontaneidade, simplicidade, carinho, abrindo o coração para abraçar a mulher com um elogio. E sem o menor constrangimento!

E eu celebro o dia de hoje, 12 de outubro de 2018, abraçando essa menina, tão jovem e tão plena!

E eu abraço a todos vocês, jovens e adultos, com a minha alma criança espontânea, alegre, leve e verdadeira, que ainda sabe brincar, sorrir, vibrar e amar.

Que no dia da sua criança, da nossa criança, possamos nos despir dos disfarces que tão bem, nós adultos, aprendemos a utilizar.

Vamos homenagear a nossa criança, lhe devolvendo essa plenitude que, sem perceber, deixamos adormecida em algum cantinho do nosso coração.
Feliz Dia das Crianças!

Aqui apenas um detalhe: A mulher que foi elogiada estava pronta para começar uma faxina. Portanto, sem photoshop.

Grata!

Psicoterapeuta Maria Teresa Guimarães

 

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A fala que não diz ou a escuta que não ouve?

05 out 2018
Maria Teresa Guimarães

É quase assim: entendeu ou quer que desenhe?

Mas parece que não há palavra, não há voz, não há desenho que chegue do outro lado, que reverbere e cumpra a mensagem. Parece que a voz, o som, a entonação, a palavra, ainda são códigos desconexos, complexos e sem direção.

Sou eu que falo e não digo ou é o outro que escuta e não ouve?

Que ruído é esse na nossa fala que impede a sonoridade no outro? Ou, que surdez é essa que impede a legitimidade do código?

Sou eu que falo e não digo ou é o outro que escuta e não ouve?

É o outro que fala e não diz ou sou eu que escuto mas não ouço?

Penso que a resposta a estas questões ainda não exista. Talvez nunca existirá. Pois, cada vez mais a comunicação se faz ausente de corpo, de gestos, de som. Cada vez mais a comunicação se faz ausente do olho no olho, ausente do coração no coração. E mais ainda, comunicação e escuta ausentes de tolerância.

Perdeu-se a voz. Ganhou-se o grito… pelo grito.

Maria Teresa Guimarães

 

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