Para Refletir
“Experiência não é o que acontece a você, mas sim o que você faz com o que acontece”
Aldous Huxley
“Um pessimista vê uma calamidade em cada oportunidade.
Um otimista vê uma oportunidade em cada calamidade”
Winston Churchill
“Experiência não é o que acontece a você, mas sim o que você faz com o que acontece”
Aldous Huxley
“Um pessimista vê uma calamidade em cada oportunidade.
Um otimista vê uma oportunidade em cada calamidade”
Winston Churchill
…uma especialidade, porque se tornará assim uma máquina utilizável, mas não uma personalidade.
É necessário que adquira sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto. A não ser assim, ele se assemelhará, com seus conhecimentos profissionais, mais a um cão ensinado do que a uma criatura harmoniosamente desenvolvida.
Deve aprender a compreender as motivações dos homens, suas quimeras e suas angústias para determinar com exatidão seu lugar preciso em relação a seus próximos e à comunidade.
(Albert Einstein)
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Estivemos de Férias para nos recarregamos de montanhas e verde, mas estamos de volta agora. Seja bem-vindo(a)!
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| A Escolha é sua: Onde você quer ficar? “Era uma vez um lampião de gás (Chico Buarque de Holanda) OU “Agora dá licença (Margarete Schiavinato) |
E
N L O U C R E S Ç A |
O caminho para descobrir alguma coisa a respeito da sua própria felicidade é concentrar a atenção nesses momentos em que você se sente mais feliz, em que você está realmente feliz – não excitado, não simplesmente emocionado, mas profundamente feliz. O que é que o torna feliz ? Não arrede o pé daí, não importa o que as pessoas digam. Isso é o que eu chmo de “Perseguir a sua bem-aventurança”
(Joseph Campbel – O Poder do Mito)
“Para mim a matemática é chata e cansativa, mas pode estar sendo naquele dia legal e divertida”
(Adriana – Turma Suyá)
“Um pouco chata mas é melhor que português”
(anônimo)
“A matemática é boa quando ensinada do jeito que é na Oga Mitá”
(Ana Claudia, mãe da Júlia e Clara – Turma Tupiniquin)
“Quando se aprende uma regra de matemática primeiro fala: Ah é ? Depois um dia usando ela, viu que ela se transformou em realidade. Portanto está sendo sempre diferente. A matemática é chata mas está sendo legal, porém pode ser legal e está sendo chata.”
(Camila Espíndola – Turma Suyá)
“A matemática tem dois lados, o lado interessante e o lado monótono.”
(Lucas – Turma Suyá)
“A matemática às vêzes é legal mas às vêzes é chata”
(Bruna – Turma Suyá)
“Sempre vi a matemática como uma matéria muito chata, mas com o trabalho desenvolvido na Suyá estou mudando a minha visão. Ela está sendo construida de forma bem divertida e autônoma. Parabéns Ada e Suyés”
(Aldenira – Turma Suyá)
“Eu não gostava quando estava estudando, mas depois comecei a gostar”
(Raquel e Nina)
Agradecemos às Professoras Ada e Aldenira pela permisssão para publicar
os comentários acima, feitos por alunos, alunas e pais da Escola Oga Mitá.
O que vocês leram acima é a letra de uma música que tem origem em uma tribo indígena americana. Como não é possível escrever a melodia com palavras, sugerimos que você crie a sua própria melodia e a coloque nesta letra.
E cante, cante, cante até onde o vento a levar.
Que outras pessoas possam também cantar.
Se quiser movimento o seu corpo, solte-o ao cantar.
Assim como um mantra, ao cantar esta música você estará irradiando esta mensagem para todo o universo e, com toda a certeza, o universo responderá.
“Esta noite é das memórias, ouço muito, ouço a fundo
e pouco importa se há coerência nas histórias,
realidade, ficção ou deslavada invenção.
tanto faz, quando se ouve alguém que conta,
com o prazer de querer contar.
Mentiroso é o mudo silêncio, de quem se cala por calar.
Uma história é sempre verdade, quando entre duas pessoas, existe a vontade de querer ouvir e querer falar.
Verdadeiro é esse momento onde as palavras voam no vento.
Encontram um lugar onde ecoar,
e isso nada mais é do que um exercício de amar.”
( Stevember -Poema não publicado, 1985)
“Esta noite é das memórias, ouço muito, ouço a fundo
e pouco importa se há coerência nas histórias,
realidade, ficção ou deslavada invenção.
tanto faz, quando se ouve alguém que conta,
com o prazer de querer contar.
Mentiroso é o mudo silêncio, de quem se cala por calar.
Uma história é sempre verdade, quando entre duas pessoas, existe a vontade de querer ouvir e querer falar.
Verdadeiro é esse momento onde as palavras voam no vento.
Encontram um lugar onde ecoar,
e isso nada mais é do que um exercício de amar.”
( Stevember -Poema não publicado, 1985)
Toda vez que, como mãe, eu preciso de ajuda, me lembro de minha própria mãe e de minha avó, mulheres que plantaram sementes de sabedoria na minha alma.
Num dia “daqueles”, cheguei em casa e encontrei um insolente segundo aviso de uma conta de gás que não fora paga e meus três filhos quase a nocaute.
Tommy, de onze anos, reclamava de um corte de cabelo malfeito. Teve de agüentar os meninos o chamando de “carequinha”, ele me contou, escondendo a cabeça com as duas mãos.
Lisa estava desolada: apesar de ter estudado tanto para o teste final da segunda série, errara duas palavras.
Jenni, no primeiro ano, fora traída por sua risada nervosa na hora da leitura e tropeçara numa frase.
Olhei aquelas três carinhas desconsoladas com a maior ternura e a imagem de minha avó apareceu sorrindo em minha cabeça:
– Muito bem, queridos, sabem que dia é hoje? É “um dia em que deu tudo errado”. Vamos festejar!
Eles me olharam, surpresos e curiosos. Continuei:
– Minha avó sempre dizia que aprendemos mais com nossos erros do que com nossos sucessos. Ela falava que quanto mais uma pedra se desgasta pela ação do tempo, mais longe ela vai ricochetear. Vamos ao McDonald’s para nossa primeira “festa do dia em que deu tudo errado”.
Essa foi a primeira de muitas outras festas por coisas que deixaram de dar certo. Procurávamos o que podíamos comemorar em meio a tragédias, em vez de nos angustiarmos pelo que tínhamos sofrido.
Espero ter plantado na alma de meus filhos as sementes reunidas pela sabedoria das mulheres que me antecederam. E que essas sementes se espalhem nos seus próprios jardins um dia.
(Judith Towse-Roberts)
…o hábito simples de dizer a si mesmo, em qualquer situação ou qualquer conversa: “Há pelo menos outra maneira de encarar isto.” Você pode nunca descobrir essa outra maneira, mas tem certeza da possibilidade.
(Edward De Bono)
Amor é
Uma espécie de amizade que a gente tem com
algumas pessoas, com familiares, só que maior.
Sentimento que permite a gente fazer coisas
que às vezes são impossíveis para nós.
(Pedro Henrique Guimarães Pinto Peixoto, 10 anos)
Amor
O que é o amor ?
Será uma cor clara que liberta as pessoas ?
E permite fazer qualquer coisa ?
Ou será uma cor escura, que traz sofrimentos a longo prazo ?
Uma marcha fúnebre da qual ninguém escapa ?
Amor.
Uma bela melodia na qual todos flutuam ?
Ou será uma melodia pesada que nos deixa mal em certas ocasiões ?
Amor.
Uma grande responsabilidade.
A escolha entre o sofrimento da morte,
e as alegrias de viver.
Ou a solidão.
Não sofrer com a morte de um ser amado.
E não viver todas as alegrias da vida.
Em um canto qualquer,
na sombra,
no escuro.
(Pedro Henrique Guimarães Pinto Peixoto, 13 anos)
Eis como uma amiga me contou a história passada com sua filha:
” Preocupada com sua demora em chegar da escola, eu estava aborrecida quando ela finalmente apareceu. Com a voz zangada, pedi que explicasse a razão do seu atraso.
— Mamãe, eu estava vindo a pé com Julie, quando no meio do caminho, ela deixou cair a boneca que se partiu em mil pedaços – ela disse.
— Ah, meu bem, você se atrasou porque foi ajudar Julie a tentar colar os pedaços da boneca – respondi.
Com sua vozinha inocente, minha filha disse:
— Não, mamãe, eu não sabia como consertar a boneca. Só fiquei lá para ajudar a Julie a chorar.”
(Dan Clark em “Histórias para aquecer o coração”
de Jack Canfield e Mark Victor Hansen)
Convém trabalhar com a cabeça. Fazer o cérebro funcionar, reorganizar idéias, capítulos, versos, ritmos e planos.
Tem que trabalhar. ralar, misturar, deixar crescer. fazer experiências e expedições. Fazer escavações. Encontrar um tesouro. Ou encontrar coisa alguma.
Escrever é viajar num trem solitário e escuro ? Encontrar coisa alguma já é alguma coisa. E um trem solitário e escuro tem a luz do coração do escritor.
(Stela Maris Rezende – ” Esses livros dentro da gente”)
“Para se viver, o crucial é ter um sentido de vida no que você faz, pois, se ele não estiver presente, você estará vivendo segundo o conceito de modo de vida dos outros.”
(Joseph Campbell)
Certa vez Roberto Crema nos contou a estória de um rabino que chega à sinagoga e diz: “Tenho duas notícias a lhes anunciar, uma boa e uma ruim. Vou começar pela ruim. O teto da sinagoga vai desabar logo, logo. Mas há também uma boa notícia. É que temos fundos suficientes para reconstruí-lo”. Todos ficam contentes ao escutar esta boa-nova e alguém pergunta onde está o dinheiro. O rabino responde: “No bolso de vocès!”
O teto de nossas vidas já desmoronou algum dia ou talvez ainda vá desmoronar. Conhecemos as más notícias, mas estamos aqui para nos lembrarmos das boas notícias. Em nossos bolsos, em nossas mãos, em nosso coração, em nossa inteligência, temos tudo o que é preciso para construir e reconstruir. Será que é preciso reconstruir a mesma coisa? É preciso construir, mais uma vez, algo fadado a desmoronar?
(Jean Ives Leloup – Livro das Bem-Aventuranças e do Pai Nosso)
“Quando atentamos para o processo de aprender, o aprendizado se torna mais fácil”
(D. Trinidad Hunt)
Nasrudin postou-se na praça do mercado e dirigiu-se à multidão:
“Ó povo deste lugar! Querem conhecimento sem dificuldade, verdade sem falsidade, realização sem esforço, progresso sem sacrifício?”
Logo juntou-se um grande número de pessoas com todo mundo gritando:
“Queremos, queremos!”
“Era só para saber”, disse o Mullá. “Podem confiar em mim, contarei a vocês tudo a respeito caso algum dia descubra algo assim”.
Aprenda a Aprender
Sempre fomos levados a acreditar que seriedade está, de alguma forma associada à sabedoria. Imaginamos que o aprendizado só pode ocorrer em meio a caras sérias e olhares profundos.
Através do humor, este mestre sufi nos leva a perceber o caráter paradoxal da vida e nos desvela nossa forma de pensar condicionado.
(Cukierman, H e Cromberg, M.U. Trad.)
Se dependêssemos de um grande acontecimento na nossa vida para nos sentirmos preeenchidos, posssivelmente viveríamos grande parte dela com a sensação do não realizado, insatisfeitos. São nas pequenas realizações do cotidiano que criamos o sentimento de estarmos plenos. O alimento que nos preenche reside no compromisso que assumimos a cada minuto do nosso dia, na realização de cada mini-tarefa necessária para atingirmos um objetivo maior.
Portanto, o verdadeiro ato heróico está dentro de nós. O verdadeiro ato heróico está naquele momento em que você pára e pensa: OK ! Missão cumprida. . .
E não importa o tamanho da missâo ou que ela seja grandiosa. Mas sim do significado que aquela missão representa naquele momento de sua vida.
(Maria Teresa Guimarães – Psicoterapeuta)
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