Política de Privacidade      Quem Somos      Método Aprenda a Aprender      Galeria de Imagens      Contato

contato@officinadamente.com.br    (21) 98869-9542
  • Home
  • Produtos
    &Serviços
    Estimule seu potencial
    • Aprendizado
      • Consultoria em Aprendizagem
      • Consultoria Acadêmica
      • Diagnóstico Metacognitivo
      • Escreva Fácil (individual)
      • Escreva Fácil (grupo)
      • Cursos on Line
      • Workshops
      • Livros Publicados
    • Psicoterapia
      • Psicoterapia: Adolescentes, Adultos, Casais e Família
      • Tratamento da Depressão
      • Tratamento da Síndrome do Pânico
      • Tratamento da “Síndrome das 99 Vidas”
      • Aprendendo a Ser
      • Dança das Cadeiras
      • Tarot e Autoconhecimento
  • Para RefletirInteriorize-se
  • BlogBlog da Officina
  • Vídeo-aulasAprenda a aprender
  • LojaNossos produtos

Para Refletir

Toda semana um novo texto.
0 Comment

A vida é tua, escreve-a sem filtros

03 jul 2026
Oficina

Há uma coisa que ninguém te diz em voz alta: a realidade não é um filme com roteiro fechado. É um feed em constante atualização, cheio de cortes, filtros e momentos que parecem perfeitos só porque alguém escolheu mostrá-los. E tu? Tu és o autor das tuas cenas, mesmo quando te sentes figurante.

A pressão vem em ondas — escola, trabalho, likes, expectativas da família, aquela voz interior que compara tudo. Respira. Não é fraqueza sentir medo ou não saber o próximo passo. É sinal de que estás a crescer. Crescer dói, mas também abre portas que nem sabias que existiam. O truque é aprender a andar com as portas abertas, mesmo quando o vento bate forte.
O mundo pede que sejas produtivo, que tenhas plano, que escolhas cedo. Mas a vida real é feita de tentativas, de erros que ensinam mais do que acertos. Experimenta. Falha. Levanta. Faz as perguntas que ninguém te ensinou a fazer: o que te aquece o peito? O que te tira o sono de um bom sentido? O que farias se soubesses que não vais falhar? As respostas não vêm todas de uma vez. Vêm em bocadinhos, em conversas à noite, em músicas que repetes até entenderes a letra.

Não te deixes reduzir a rótulos. És mais que notas, mais que profissão, mais que a tua conta. A tua identidade é um mosaico em construção e está tudo bem mudar peças. Amizades vão e vêm; alguns amores ficam, outros ensinam. Aprende a despedir-te com gratidão e a receber com curiosidade. A vida é um combo de perdas e ganhos, e cada perda traz um espaço novo para algo teu crescer.

Cuida da tua cabeça como cuidas do teu telemóvel: atualiza, limpa, desliga quando precisa. Pede ajuda sem vergonha. Falar não é fraqueza, é estratégia. E lembra-te: a tua velocidade não define o teu valor. Há quem corra e há quem caminhe; ambos chegam a sítios diferentes, ambos chegam.

Se queres mudar o mundo, começa por mudar a tua rotina pequena. Pequenas revoluções diárias, levantar mais cedo, dizer menos sim por obrigação, aprender uma coisa nova por semana, acumulam-se e viram movimento. O futuro não é um destino distante; é o resultado das tuas escolhas de hoje.

No fim, o que fica são as histórias que contaste a ti mesmo e aos outros. Conta-as com coragem. Faz com que valha a pena partilhar. Porque um texto que toca é um texto que se espalha. E a tua vida pode ser esse texto.

Filipe de Luar, via Almas Leves.

 

 

0 Comment

De pé

26 jun 2026
Oficina

Por vezes, vejo-me obrigado a ter deitados alguns livros nas minhas estantes. A posição está longe do ideal.

Para tirar um livro, tenho frequentemente de tirar uma pilha deles.

Os livros nascem das árvores, e, como elas, gostam de verticalidade: estar em pé, de pé. São objetos verticais.

Aliás, como a vida. Descansamos deitados, mas vivemos contrariando a gravidade, numa luta constante. Ser vertical é um desígnio, enquanto desmaiar, cair, morrer, não exige esforço, e simplesmente deixar que a Natureza faça o seu trabalho de esmaecimento, de transformar catedrais em areia e nunca o contrário.

Mas nós, animais, árvores e livros, tendemos a contrariar esse destino: erguemo-nos. Levantamo-nos. Esse movimento quotidiano, tão simples, define a vida.

E, seguindo o exemplo dos livros nas estantes, devíamos exaltar esse permanecer em pé, lado a lado.

Afonso Cruz, O Vício dos Livros II,  via Mala d’estórias. 

 

 

0 Comment

Inverno: que venha para nos deixar nos acobertar de amor!

19 jun 2026
Oficina

É no inverno que tiramos os agasalhos das gavetas, dos armários e dos baús. É no inverno que nos permitimos a dose mais generosa do vinho. A dose que celebra o dia quando ele dá espaço para a noite que chega. É no inverno que nos acolhemos com o chá que aquece o corpo e a alma. É também no inverno que os caldos quentinhos, com sabor de vó, trazem aconchego para o coração.

E que no inverno, estação de nos recolher, possamos fechar os olhos, inspirar o calor da respiração, relaxar o corpo e olhar para dentro, para o âmago do nosso ser. É nesse momento que fazemos o encontro com a quietude que é real na essência e no espírito. É nesse momento que validamos o ser verdadeiro que somos. É nesse estado de vigília interna que adormecemos para fora e nos ligamos ao que realmente nos pertence e nos ampara.

Que nesse inverno você se abrace, se acalore e se cuide com amorosidade!

Para nós, um inverno de agasalhos de ternura, de gentileza e de paz!

Maria Teresa Guimarães.

 

0 Comment

A dor exige ser sentida!

12 jun 2026
Oficina

Há dores que não desaparecem porque passam de uma geração para outra. Quando evitamos sentir uma ferida, ela não se encerra em nós; segue adiante, herdada em medos, silêncios e ressentimentos. Muitas vezes carregamos pesos que nasceram em histórias anteriores à nossa. O que não é vivido retorna, pedindo espaço. Por isso, a dor tem uma exigência própria: ser sentida.

Quando alguém encontra coragem para acolhê-la, interrompe uma corrente antiga e transforma um legado de sofrimento em uma possibilidade de cura.

Nilton Bonder

 

 

0 Comment

Depressão e individuação

05 jun 2026
Oficina

Todo conteúdo que é marginalizado, deixado de lado, em algum momento vai cobrar seu direito à luz, e é nesse ponto que a depressão deve ser vista como uma oportunidade de crescimento, como uma possibilidade de viver um processo de individuação consciente, pleno e rico de descobertas.

Se não houver coragem para pensar sobre isso e mergulhar, com o passar do tempo as paredes começam a se mover e a fecharem-se, impedindo a expansão. É como afirma Solomon (2002, p. 18) em seu relato:
“Eu sabia que o sol estava nascendo e se pondo, mas pouco de sua luz chegava a mim. Sentia-me afundando sob algo mais forte do que eu. Primeiro não conseguia usar os tornozelos, depois não conseguia controlar os joelhos e a seguir minha cintura começou a se vergar sob o peso do esforço, e então os ombros se viraram para dentro. No final, eu estava compactado e fetal, esvaziado por essa coisa que me esmagava sem me abraçar”.

Joanna de Ângelis.

 

0 Comment

Respeito à essência

29 maio 2026
Oficina

Não é o bom comportamento, mas a atividade lúdica que é a artéria central, o cerne, o bulbo cerebral da vida criativa. O impulso para o lúdico é instintivo. Sem o lúdico, não há vida criativa. Com o comportamento restrito ao “bom”, não há vida criativa. Quando estamos sentadas sem nos mexer, não há vida criativa. Quando falamos, pensamos e agimos apenas com modéstia, não há vida criativa. Qualquer grupo, sociedade, instituição ou organização que incentive as mulheres a desprezar o que for excêntrico; a suspeitar do que for novo e incomum; a evitar o que for inovador, vital, veemente; a despersonalizar o que lhe for característico, estará à procura de uma cultura de mulheres mortas.

Clarissa Pinkola Estés.

 

 

0 Comment

Quem sou eu quando ninguém me olha

22 maio 2026
Oficina

Há uma parte de mim que só existe quando ninguém está a ver, quando não há testemunhas, quando não há expectativas, quando não há uma necessidade de ser interessante, útil, forte ou desejável. É aí que descubro que muito do que eu chamava de identidade era, afinal, uma resposta ao olhar do outro, à espera do outro, à validação do outro. Quando ninguém me olha, não há espelhos, e sem espelhos, sobra o que é. Ou o que resta. E isso desinstala. Durante anos, organizei-me para fora, afinei-me para ser lido, escolhido, confirmado. Aprendi a existir em função do olhar, não da presença. E chamava a isso de ser. Hoje, percebo que era, muitas vezes, apenas para parecer bem. Quando ninguém me olha, não há palco, não há personagens, não há histórias. Há apenas silêncio. E o silêncio não valida, não devolve, não sustenta nenhuma imagem, mas, pelo contrário, obriga a ficar. Quem sou eu quando ninguém me olha? Não sou o que faço, nem o que resolvo, nem o que aguento. Sou aquilo que fica quando tudo isso cai. E, às vezes, o que fica é estranho, porque nunca me deixei existir sem utilidade. Há um desconforto subtil em não ser necessário, uma vertigem pequena em não ser chamado. É aí que percebo o quanto usei o olhar dos outros como chão. Hoje, ficar sem ninguém a olhar-me é uma aprendizagem. Ficar sem reflexo é uma reparação. Não é uma perda, mas uma reeducação. Estou a aprender a existir sem ser visto, a valorizar-me sem ser desejado, a permanecer sem ser escolhido, a ser sem estar a tentar ser. Quem sou eu quando ninguém me olha? Ainda não sei. E, pela primeira vez, isso já não me assusta.

José Micard Teixeira, via Almas Leves.

 

 

0 Comment

Mãe!

08 maio 2026
Oficina

Mãe é aquela que se preocupa com a gente a vida toda… mesmo quando viramos “gente grande”

A dor de uma mãe de filhos adultos
é uma dor especial.
Ela não grita. Não chora em público.
É uma dor silenciosa, profunda e contida.
que se esconde nas orações diárias,
em pensamentos noturnos,
em um suspiro silencioso enquanto toma uma xícara de chá na cozinha.

É uma dor que aparece quando
seus filhos cresceram,
tomaram o seu próprio caminho,
fazem suas próprias escolhas, cometem seus próprios erros.

Uma mãe gostaria de correr atrás deles,
segurar-lhes de mãos dadas novamente como quando eram pequenos,
protegê-los do mundo, da dor, das escolhas erradas.
Eu gostaria de gritar:
“Para! Eu já passei por isso!”
Mas… Não pode.
Porque ele já não é um menino que você pode esconder debaixo da sua asa.
Ele é um adulto, com o seu próprio caminho, o seu próprio destino,
seu próprio coração aprendendo através de suas próprias feridas.

E essa é a parte mais difícil:
permitir que seu filho viva a vida dele.
Permitir que ele caia e se levante, erre e aprenda.
Não interferir quando você quer gritar.
Não aconselhar quando você deseja guiar.
Apenas esperar. Esteja presente.
Reze em silêncio.
Enviar amor através dos pensamentos
e esperar que chegue até eles.
Acreditar que tudo vai ficar bem.

Porque uma mãe,
embora seus filhos cresçam,
sempre conserva o mais importante:
amar e rezar por eles todos os dias.

Via @casa.rosa

 

 

0 Comment

Dia 29 de abril – Dia Mundial da Dança

01 maio 2026
Oficina

Esta menina tão pequenina
Quer ser bailarina.
Não conhece nem dó nem ré
Mas sabe ficar de ponta do pé.

Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá.

Não conhece nem lá nem si,
Mas fecha os olhos e sorri.

Roda, roda, roda com os bracinhos no ar
e não fica tonta e nem sai do lugar.

Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu .

Esta menina
Tão pequenina
Quer ser bailarina.

Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como
as outras crianças.

Cecília Meireles, Ou isto ou aquilo.

 

0 Comment

Para que ler?

24 abr 2026
Oficina

As BOAS LEITURAS são tão necessárias para a formação do espírito da criança, como o bom alimento é indispensável ao seu desenvolvimento físico.

A história de toda a humanidade está perpetuada nos livros. Todo o bem que já foi feito, toda a perfeição que já foi alcançada, e até aqueles grandes erros que já foram cometidos no passado; toda a beleza e poesia; o toque mágico da vida, tudo isto está gravado nestes pequenos sinais negros que cortam as páginas dos livros. Esta herança tem sido transmitida de geração em geração a fim de que as crianças possam, quando chegada a sua vez, imprimir nas suas próprias vidas as mais preciosas experiências dos que as precederam. Os bons livros são, portanto, o mais caro legado para a infância e nenhuma criança pode dele ser espoliada, sem deixar de, com isso, sofrer graves prejuízos espirituais.

Ângelo Patri, Coleção Mundo da Criança, Vol. 1, 1954.

 

 

0 Comment

É assim!

17 abr 2026
Oficina

Hoje, mais uma década chegando e mais um ciclo se despedindo. Mais um renascimento me oferecendo a oportunidade de brilhar no meu silêncio, de amar na minha luz, de sentir com mais verdade e de destrançar os fios para voos mais calmos, mais leves e com asas que comandam com mais equilíbrio.

Hoje, mais um ano de vida! Mais novos dias para ser o que a alma pede, o que o coração enxerga e o que o corpo permite.
Sou hoje o que sei e o que não sei de mim. Que bênção! É aqui que me abro para celebrar o que ainda posso me descobrir e me desnudar diante dos meus próprios olhos.
Sou força sem ser fortaleza! Sou presença sem exigências! Sou beleza sem ser boniteza!

Sou!
Sou isso e sou aquilo.
Sou ontem e sou hoje!
Sou agora, sou depois e sou mais adiante!

Hoje, mais um ano da minha vida!
E o meu presente? A essência que me abraça, me acolhe e me agradece!
Sou!
Gratidão!!

Maria Teresa Guimarães.

 

0 Comment

Bem-Vinda!

10 abr 2026
Oficina

Essa libélula encontrou no limoeiro o lugar acolhedor para o seu descanso. Aqui tem vida que alimenta, que recebe, que ilumina e que permite que, com segurança, ela chegue e se entregue ao repouso da noite!

Com sua capacidade de transformação, renovação e adaptação, deixando aqui o seu recado, mostra que estamos cuidando com respeito e com muito amor desse nosso lugar, onde ajudamos pessoas a abrirem portas que as levam ao encontro dos seus corações e de suas almas. O trajeto é para dentro, num mergulho na luz, que as tornam fiéis as suas verdades mais profundas.

Bem-vinda, bem-vindo, você, que assim como a libélula, procura o seu próprio lugar seguro e amoroso!

Maria Teresa Guimarães.

 

 

0 Comment

Detesto explicações

03 abr 2026
Oficina

“Detesto explicações” é a frase do autor de Peter Pan. Ele, com certeza, não está rejeitando o entendimento – está rejeitando a redução do vivido ao explicável. A explicação empobrece o mistério e, mesmo que apresente a realidade e seja correta, pode servir de defesa para não sentir. O contato imediato com o que é real pode não precisar da mediação da explicação. Muito do que vivemos escapa ao saber e há verdades que só existem enquanto não são explicadas. Quando explicamos, matamos não só a nossa ingenuidade, mas também a capacidade de encostar na vida e tocá-la.

Nilton Bonder.

 

 

0 Comment

Reverenciando o Outono…

27 mar 2026
Oficina

E vamos dar as boas-vindas ao outono! É aqui que movemos a terra para semear, fertilizar e colher os frutos. Vivemos, nesses últimos meses, o sol em sua potência máxima. Desfrutamos da vida que nos leva para fora, para a luz que nos aquece e nos traz alegria. Agora é hora de aquietar. Aquietar para criar vida nova, para plantar a sementinha da certeza do movimento cíclico de construções em pleno processo de gestação. Somos a terra fértil, acolhedora, generosa e gentil. Somos a possibilidade das possibilidades. Somos a esperança do fortalecimento das raízes que fazem crescer, florescer, frutificar e proteger.

Que o outono chegue com brisas de renovação.

Maria Teresa Guimarães.

 

 

0 Comment

Ainda me acostumo! Será?

20 mar 2026
Oficina

Chega um dia na vida de todos nós, que lhe chamarão de SENHORA.

-O seu café, senhora.

-Não esqueça o seu troco, senhora.

Mas senhora para quem?

Você se vira pensando que tem uma SENHORA atrás de você, mas em vez disso, só tem você!

Então você olha para o vidro da janela onde sua imagem reflete, para ver se alguma coisa mudou na sua aparência, se há uma pequena pista que possa ter levado o barman, o lojista, a garçonete ligar a palavra SENHORA a você.

Não há nada de novo, está sempre lá você com a sua cara, as suas calças jeans, as suas mãos…Será que são as mãos?

E então por que tem alguém que lhe colocou na categoria de “adulto melhor idade” efeito de SENHORA?

Quem se atreve a tirar você da ilha, daquele mundo maravilhoso onde você é sempre criança ou jovem , onde todos encontramos refúgio quando acabou o amor, o trabalho, os anos que passam…

Ok. Talvez eu tenha que me acostumar, vou ter que tentar não me assustar quando me chamam de SENHORA, para me abster da insensibilidade, mas nunca vou desistir de voar para aquela ilha que não existe, porque é lá que os sonhos nunca morrem.

Graciosa Página.

 

 

1234Next ›Last »

Últimas publicações

A vida é tua, escreve-a sem filtros

03 jul 2026

De pé

26 jun 2026

Inverno: que venha para nos deixar nos acobertar de amor!

19 jun 2026

A dor exige ser sentida!

12 jun 2026

A Officina da Mente na Internet

facebook
twitter
youtube
linkedin

Nuvem de Tags

aluno amizade ansiedade aprenda_a_aprender Aprender aprender a aprender aprendiz apresentação competências compreender comunicação Concurso desempenho escolar desenvolvimento pessoal desenvovlvimento pessoal dificuldades de aprendizagem dissertação educação Emoção Estatística estilos de aprendizagem Estratégias de aprendizagem familia filho fotografia humor imagens inspiração inteligência inteligências múltiplas mensagens positivas Metacognição monografia monografia-tese-dissertação mundo método científico para refletir para refletir ou divertir power point professor psicoterapia sentimento tese Técnicas de Estudo vida

Assine grátis a nossa newsletter

Assine a newsletter da Officina da Mente e receba em sua caixa postal notícias sobre nossos workshops, cursos e demais atividades. Basta digitar seu e-mail no campo abaixo e clicar no botão “Assinar”:

© 2013 Officina da Mente. Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por CliqueAqui Comunicação Interativa
Este website utiliza cookies que permitem uma melhor experiência de navegação, lembrando suas preferências e visitas. Ao clicar em “SIM”, você concorda com a utilização de cookies e com nossa Política de Privacidade.
Você pode revogar seu consentimento a qualquer momento usando o botão "Revogar consentimento".