Bruxinhas e Bruxinhos, mexam seus caldeirões, alquimizem as suas poções com ingredientes que integrem o céu e a terra, o amor e o medo, o frio e o quente, o fogo e a calmaria. Tempere com doses generosas de boa vontade, solidariedade, alegria e humanidade!

Somos Bruxas e Bruxos. Somos o encontro da criatividade, da sensibilidade e da intuição com a objetividade, a racionalidade, a coragem e a independência. Somos ânima e ânimus! Somos delicadeza e força!

Bruxinhas e Bruxinhos, subam nas suas vassouras, sobrevoem a casa do mundo, espalhem as mais conscientes e verdadeiras soluções de harmonia. Soprem os seus suspiros das dores aliviadas, das feridas cicatrizadas, das lágrimas transformadas em sorrisos e dos corações renovados no amor e na gratidão.

Feliz Dia de Travessuras e Gostosuras!

Maria Teresa Guimarães.

 

 

Permita-se ser mal vista,
mal falada, mal avaliada!
Permita que se enganem a seu respeito,
que deem risadinhas pelas costas!
Permita que julguem, que cochichem, que acreditem saber quem você é!
Permita que te “olhem torto”,
que se afastem, que te excluam, que te rejeitem!
Deixe sua reputação cair por terra, enfrente o seu maior pesadelo!
E veja que SIM, ela acaba em morte!
Morte desta que era escrava “dos outros”.
E então viva, viva livre, sem medo.
Porque os “outros” não têm mais poder sobre você.

Nina Zobarzo, A Força – via Mala d’estórias.

 

A convite da Liga das Nações, Einstein escreveu a Freud em agosto de 1932, confessando sua suspeita de que existe no homem “um apetite por ódio e destruição”. Freud respondeu em um mês: o direito nasceu da violência (é “a força da comunidade”), e dentro de nós convivem, inseparáveis, a força que une e a que destrói, por isso a guerra não é acidente, é a natureza humana sem freio. Os caminhos que ele apontou: um poder acima das nações com força real, e “tudo que produz laços emocionais entre as pessoas”, porque isso trabalha contra a guerra. Publicada em março de 1933, a carta foi proibida na Alemanha. Meses depois, os livros dos dois ardiam em praça pública.

Einstein e Freud, Por que a Guerra? – correspondência de 1932, publicada em 1933.

 

 

Sempre sonhei em viver numa casa cuja janelinha da cozinha abrisse para o verde, para a natureza!

E, de repente, estou eu aqui, em plena manhã, na minha cozinha, quando meu olhar se abre e descortina, como um presente, a janela da minha cozinha, que me oferece uma natureza simples que me surpreende! Ainda com direito aos cantos das mais variadas espécies de pássaros que por aqui passam e onde muitos deles também fazem morada!

A vida e eu iluminamos o meu dia!

O que você ainda não enxergou na sua casa que pode dar um tom especialmente simples e gostoso ao seu dia?

Maria Teresa Guimarães.

 

 

A polidez civilizada não dá conta da vastidão, nem sempre nobre, das nossas emoções. Sentimos inveja, raiva, desprezo e até satisfações que jamais confessaríamos. Nesse sentido, a hipocrisia é uma preciosa aliada: permite lealdade ao que sentimos sem transformar cada sentimento em conduta. Entre ser fiel a si e saber representar-se socialmente, ela funciona como uma diplomacia interior – impedindo que toda verdade íntima precise ganhar o mundo.

Nilton Bonder.

 

 

A IA te chama? A IA te seduz com promessas tentadoras? A IA te oferece o passo a passo para uma vida feliz?

Com quem você está falando? Quem está diante de você ouvindo a sua história? Quem está aí te enxergando e acolhendo?

Você quer continuar mantendo esse diálogo vazio, sem cor e insípido? Você quer seguir por esse caminho onde a ausência de comprometimento oferece uma aparente proteção?

Que tal resgatar o olho no olho, coração com coração, o abraço acolhedor, a escuta respeitosa e o compromisso com a sua verdade diante de si e daquele que, de corpo, alma e coração, se coloca disponível para que o seu encontro com você se faça com honestidade e lealdade?

Nós, Psicoterapeutas, somos pessoas, seres humanos, que passaram e passam longos anos da vida seguindo no caminho onde o aprendizado e o autoconhecimento tornam-se valores essenciais para o aprimoramento pessoal e desenvolvimento profissional, que nos tornam capazes de receber e cuidar de você com seriedade e respeito.

Mude o curso de sua vida! Faça Terapia com gente que te enxerga gente!

Maria Teresa Guimarães.

 

 

O que é que se encontra no início? O jardim ou o jardineiro? É o jardineiro. Havendo um jardineiro, mais cedo ou mais tarde um jardim aparecerá. Mas, havendo um jardim sem jardineiro, mais cedo ou mais tarde ele desaparecerá. O que é um jardineiro? Uma pessoa cujo pensamento está cheio de jardins. O que faz um jardim são os pensamentos do jardineiro. O que faz um povo são os pensamentos daqueles que o compõem.

Rubem A Alves, Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação.

 

 

…O medo de ser o que somos é chamado “medo da autenticidade”. Cada um de nós tem uma missão a cumprir, algo a encarnar. O que eu tenho que fazer que ninguém pode fazer por mim? Qual é a forma única, pela qual a Inteligência Criadora, encarna-se em mim? Qual é a minha forma singular de ser inteligente? Qual é minha forma particular de amar, de encarnar e manifestar o amor no mundo?

A inteligência de um se diferencia da inteligência do outro. A maneira de amar de um não é a maneira de amar do outro. O amor é único e a Inteligência Criadora é una, mas eles tomam formas diferentes e particulares em cada um de nós, assim como a chuva que cai sobre um jardim. A mesma água faz com que brotem flores em diferentes cores, uma é vermelha, outra é branca, a outra, azul.

Jean-Yves Leloup.

 

A Psicologia vive em mim e eu vivo nela. Não 24 horas por dia e nem 365 dias no ano. Vivo na Psicologia do meu ser e meu ser vive na Psicologia da minha alma.

Sou Psicóloga por escolha que fiz aos 13 anos de idade. Portanto, se isso não nasceu comigo, me foi entregue para nascer naquele momento, acho até que precocemente. Desde lá, minhas antenas já captavam a beleza que habitava na amplitude do mundo interno de cada ser humano. O primeiro reconhecimento da riqueza desse mundo foi a partir das minhas necessidades internas de sair do casulo para exercer a minha capacidade de ser inteira, verdade e autenticidade. Eu já intuía que era aqui dentro de mim onde estava a luz que podia colaborar para que o outro encontrasse o seu próprio brilho.

Cresci firme na decisão de seguir nesse caminho, acreditando no encontro comigo, com o meu ser essência e com o outro.

Escolhi ser Psicoterapeuta. Abracei o trabalho clínico com meu espírito, meu coração e meu olhar. Recebo a mim e a você com escuta, acolhimento, sentimento, dedicação e responsabilidade. Aprendi a seriedade do meu trabalho ao longo dessa longa trajetória de estudos, aprendizados, autoconhecimento e aprimoramento de mim enquanto pessoa que se busca, que se olha e tenta se decifrar nos emaranhados construídos ao logo da minha história.

Tudo isso graças aos meus mestres, que tão bem trocaram saberes. Graças aos meus terapeutas, que me olharam, me acolheram e me respeitaram na grandeza do ser que fui, que me tornei e que sou. Sou grata a vocês, estejam onde e como estiverem, que me ajudaram nas minhas transformações sem deixar de ser quem sou na minha essência original.

Obrigada a vocês clientes que por mim passaram e àqueles que aqui estão, por confiarem suas histórias, suas dores, me dando a oportunidade de estar nesse lugar de ser colo, abraço, cuidado, trocas e silêncio sob medida para uma escuta amorosa. Sempre aprendendo, crescendo, me vendo e me transformando.

Dia do Psicólogo!

Dia de celebrar o cuidar, a troca, a verdade, a dedicação, a escuta e a valorização do ser pessoa diante de outro ser pessoa!

Parabéns!

Maria Teresa Guimarães.

…Jung, acima de tudo, tinha profunda aversão aos ismos, e o adjetivo “junguiano”, que tão facilmente poderia converter-se em “junguianismo”, era descartado pelos seus discípulos de psicologia.

“Não quero que ninguém seja junguiano”, afirmava-me. “Quero que as pessoas sejam, sobretudo, elas mesmas. Os ismos são o vírus de nossa época, responsáveis por desgraças maiores do que aquelas causadas por qualquer praga ou peste medieval. Se um dia descobrir que criei outro ismo, então terei fracassado naquilo que procurei fazer.”

Laurens van der Post, Jung e a História de Nosso Tempo.